Escola neoclassica

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  • Publicado : 12 de outubro de 2012
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AS DIFERENTES ESCOLA MACROECONÓMICAS
Este é um tempo em que os macroeconosmistas estão outra vez a testar novos hipóteses acerca dos mecanismo que governam a ecomia e a gerar um novo paradigma... É preferivei pluralismo, e os surtos regulares de pluralismo são inevitaveis.
Aiguns economistas propõem o aumento dos inposto para eleminar o défice, enquanto estimular o crescimento de longoprazo. Alguns querem que o governo tenha um papel mais activo na gestão da economia, emqunto que outros pensam que o melhor a fazer é tornar o governo mais pequeno e o menos interveniente possivel. E fácel de ver poorque G.B. Shaw disse que: “Se alinhar todos economistas de um extremo ao outro, mesmo assim não xegarão a uma conclusão.
Mas se olhar para lá dos argumentos encofroto, verá que háalgumas questões que separam as diferntes escolas. Uma tem a ver com diferentes perspectivas a cerca da forma como aprocura agregada é determinada; outra respeita ao papel da flexibilidade dos preços; uma outra gira entornodo grau de racionalidade das decisões humanas.
A nossa filosofia neste trabalho é considerar todas as escola de pensamento importantes. A nossa tendência ésalientar a abordagemkeynesiana, que constitui a melhor forma de explicar o ciclo económico nas economias de mercado. Economica de longo praazo são melhor.
Ao longo do tempo, temos mencionado algumas das escolas de pensamento macroeconómico. na ciência, tem sucedido que as ortoxias de um período são abaladas por novas descobertas. As escola, como as artérias. Os estudantes aperndem a verdade embalada pelos seusprofessores e pelos manuas sagrados e as imperfeições nas doutrinas ortodoxas são ignoradas ou apelidadas de “pouco importantes”. Por exemplo, John Start Mill, um dos maiores economista e filósofo de principios de economia politica: “felizmente, não há nada nas leis do valor que reste para um escritor de presente ou do futuro esclarecer”. E isto foi escrito antes da análise da oferta e da procura tersido descoberta!
Os historiadores da ciência observam que o progresso da ciência é contínua. novas escola de pensamento aparecem, espalham a sua influência e convencem os cépticos. Talvez nas diferentes escola de macroeconomia de que de que falaremos neste capitulo residem as sementes da nova teoria que resolverá os penosos dilimas da economia de mercado mista.


AGITACAO CLASSICAE REVELUCAO KEYNESIANA
A Tradição Clássica
Desde o nascimento da economia, hádois séculos, os economista têm investigado se uma economia de mercado tem ou não tendência para se deslocar espotaneamente para um equilíbrio de pleno emprego longo prazo sem anecessidade de intervenção do governo. Usando uma linguagem moderna, designamos por clásssicas as abordagens que salientam as forçasauto-reguladoras de uma economia; opensamento macroeconómiaco clássica tem as suas raizes em Adam Smith (1776), J.B. Say (1803) e John Stuart Mill (1848).
A abordagem clássica sustenta que os preços e os salários são flexíveis e que a economia é estável, de modo que se move automática e rapidamente para o seu equilíbrio de longo przo. Na discussão que se segue usaremos a análise da oferta e da procuraagregadas para explicar os fundamentos científicos e as implicações políticas da abordagem clássica á macroeconomia.

A Lei dos Mercados de Say
Os primeiros ecinomistas estavam fascinados pela Revolução do capital e o crescimento do comércio internacional. Esses economistas conheciam os ciclos económicos, mas consideravam-nos aberrações temporais que se autorrigiam. A sua análise andava á voltada lei dos mercados de Say. Esta teoria, enunciada em 1803 pelo economista francês J. B. Say, afirma que a sobreprodução é impossível pela sua própria naturisa. Isto é por vezes expresso nos dias de hoje como “a oferta cria a sua própria procura”.

Consenquência Política
A Perspectivas clássica aponta para duas conclusões que são de importância vital para a política económica.
Para...
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