Escola mercantilista

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA
HISTORIA DO PENSAMENTO ECONOMICO







ROMERO ANTHONY CRUZ CHUNG TIAM FOOK

MURIEL ROSSETTI DE SOUZA







A ESCOLA MERCANTILISTA:
Thomas Mun
Charles Davenant
Jean Baptiste Coubert
Sir William Petty


















BOA VISTA/RR
FEVEREIRO/2013
THOMAS MUN:

Economista inglês, nasceu em 1571 e faleceu em1641. Filho de um comerciante londrino, dedicou-se com êxito à mesma carreira, viajando pela Itália e pelo Oriente Médio. De 1615 até o fim da vida foi conselheiro da Companhia das Índias Orientais, cuja atuação defendeu na obra A Discourse of Trade from England unto the East Indies (Dissertação sobre o Comércio da Inglaterra com as Índias Orientais), onde argumentou que para enriquecer um reinodeve buscar o aumento de suas exportações. Dessa forma, a produção de bens e o acúmulo de capital estariam em segundo plano.

Sua obra principal foi England’s Treasury by Forraign Trade (O Tesouro da Inglaterra Obtido pelo Comércio Exterior), obra escrita em 1630, mas só publicada em 1664.

Mun argumentava que o país poderia ser ainda mais rico se usasse as terras desocupadas paraplantar espécimes que eram importadas. As exportações deveriam ser feitas em navios ingleses para ganhar seguro e os encargos do frete. Ao defender as exportações de ouro da Companhia das Índias Orientais para pagar bens, Mun argumentou em favor de um comércio multilateral, em vez de bilateral.

De forma a enfatizar a importação do tesouro em detrimento do mercado interno, Mun escreveu:Podemos comercializar entrenós mesmos ou com estrangeiros. Se o fizermos entre nós mesmos, a nação não poderá enriquecer, pois o ganho de um indivíduo é a perda de outro. E se comercializarmos com estrangeiros, nossos lucros são o ganho da nação.

Examinando o balanço de pagamentos, Mun foi suficientemente astuto para incluir itens invisíveis que deveriam ser incluídos em um balançogeral, para mostrar se o país prosperava ou não naquela forma de comércio. Ele incluiu no balanço de pagamentos o valor do frete para o envio de bens, navios perdidos no mar, seguro, dinheiro gasto para apoiar, guerras externas, pagamento internacional de propinas e fundos para espionagem, despesas dos viajantes e contribuições para ordens religiosas que secretamente enviavam dinheiro para oexterior.



CHARLES DAVENANT:

Nascido em 1656, filho do poeta e dramaturgo Sir William Davenant, passou boa parte da sua vida em vários postos do governo que lidavam com impostos, importações e exportações. Ele também era um membro do Parlamento.

Entre seus argumentos, Davenant defendia que um reino pode colher os benefícios do valor inteiro de um produto exportado, se ele forfeito de matérias-primas domésticas. Se as matérias-primas forem importadas e o produto, exportado, o lucro líquido será a diferença entre os dois valores. Demonstrou, também, uma preferência por guerras dentro de um país do que por guerras no exterior, citando a economia como motivo subjacente.

Davenant, então, concluiu que a riqueza de um país é o que ele produz, não o ouro ou a prata. Ocomércio governa o dinheiro, e não o contrário. A riqueza investida em navios, construção, fabricação, mobília, vestuário, e assim por diante, constitui riqueza, tanto quanto moeda, ouro e prata. Davenant era a favor de um excedente de comércio, pois acreditava que, quando a quantidade de dinheiro aumenta, as taxas de juros caem, os valores da terra se elevam e os impostos sobem. Mas muito outro eprata podem ser prejudiciais, fazendo com que a opulência provoque abandono das artes e da fabricação. Davenant defendia tanto as leis de navegação como o comércio multilateral. Em outras palavras, ele afirmava que, sempre que possível, uma nação deveria aplicar o bilateralismo entre ela e suas colônias, excluindo os estrangeiros do comércio ali, mas esse comércio multilateral é desejável entre...
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