Erp - planejamento dos recursos empresariais

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FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA











ERP – Enterprise Resource Planning
Planejamento dos Recursos Empresariais










ARAUCÁRIA
2011
CLAYTON RODRIGO DREYER
JEAN RODRIGO MOREIRA FARIA










ERP – Enterprise Resource Planning
Planejamento dos Recursos Empresariais


Trabalho apresentado como requisito parcialda nota do 1º bimestre da matéria de Teoria Geral de Sistemas, Curso de Analise de Sistemas da Faculdade Educacional Araucária.


Professor: Cesar.











ARAUCÁRIA
2011
Sumário


1. INTRODUÇÃO 4


2. HISTÓRICO 5


3. CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS ERP 6


4. PRINCIPAIS VANTAGENS E DESVANTAGENS DO USO DO ERP 7

4.1 VANTAGENS 74.2 DESVANTAGENS: 7

5. APLICAÇÕES DO ERP 8


6. ESTRUTURA E INTEGRAÇÃO DO ERP 9

6.1 EXEMPLO DA ESTRUTURA 9
6.2 EXEMPLO DA INTEGRAÇÃO: 10

7. PRINCIPAIS SOFTWARES COMERCIAIS DE ERP 10


8. PRINCIPAIS EMPRESAS QUE UTILIZAM O ERP 11


9. CONCLUSÃO 12


10. REFERENCIAS 13


1. INTRODUÇÃO


É um sistema integrado, utilizado para fazer o planejamento derecursos da empresa, ou seja, ele integra todos os dados e processos de uma organização em um único sistema. Possibilitando assim uma automação e armazenamento de todas as informações de negócios.
2. HISTÓRICO


No final da década de 50, quando os conceitos modernos de controle tecnológico e gestão corporativa tiveram seu início, a tecnologia vigente na época era baseada nos gigantescosmainframes que rodavam os primeiros sistemas de controle de estoques – atividade pioneira da interseção entre gestão e tecnologia. A automatização era cara, lenta – mas já demandava menos tempo que os processos manuais – e para poucos.
No início da década de 70, a expansão econômica e a maior disseminação computacional geraram o avô dos ERP's, os MRP's (Material Requirement Planning ouplanejamento das requisições de materiais). Eles surgiram já na forma de conjuntos de sistemas, também chamados de pacotes, que conversavam entre si e que possibilitavam o planejamento do uso dos insumos e a administração das mais diversas etapas dos processos produtivos. Seguindo a linha evolutiva, a década de 80 marcou o início das redes de computadores ligadas a servidores – mais baratos e fáceis deusar que os mainframes – e a revolução nas atividades de gerenciamento de produção e logística. O MRP se transformou em MRPII (que significava Manufacturing Resource Planning ou planejamento dos recursos de manufatura), que agora também controlava outras atividades como mão-de-obra e maquinário. Na prática, o MRP II já poderia ser chamado de ERP pela abrangência de controles e gerenciamento.Porém, não se sabe ao certo quando o conjunto de sistemas ganhou essa denominação. Uma data interessante é 1975, ano no qual surgiu a empresa alemã – um símbolo do setor – SAP (Systemanalyse und Programmentwicklung, na tradução literal Análise de Sistemas e Desenvolvimento de Programas). Com o lançamento do software R/2, ela entrou para a história da área de ERP e ainda hoje é seu maior motor deinovação. O próximo passo, já na década de 80, serviu tanto para agilizar os processos quanto para estabelecer comunicação entre essas “ilhas” departamentais. Foram então agregados ao ERP novos sistemas, também conhecidos como módulos do pacote de gestão. As áreas contempladas seriam as de finanças, compras e vendas e recursos humanos, entre outras, ou seja, setores com uma conotação administrativa e deapoio à produção ingressaram na era da automação. A nomenclatura ERP ganharia muita força na década de 90, entre outras razões pela evolução das redes de comunicação entre computadores e a disseminação da arquitetura cliente/servidor – microcomputadores ligados a servidores, com preços mais competitivos – e não mais mainframes. E também por ser uma ferramenta importante na filosofia de...
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