Ergonomia

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Núcleo de Ensino Tecnológico
Ergonomia
Grupo: Aline Vale, Daynna Pereira, Felipe Bastos e Juliana Sardinha.
Núcleo de Ensino Tecnológico
Ergonomia
Grupo: Aline Vale, Daynna Pereira, Felipe Bastos e Juliana Sardinha.
Medicina do Trabalho
Medicina do Trabalho

Sumário
1. Introdução
2. Definição
3. Domínio de Especialização da Ergonomia
4.1. Ergonomia Física
4.2.Ergonomia Cognitiva
4.3. Ergonomia Organizacional
4. Educação em Ergonomia
5. Tipos de Ergonomia
6.4. Correção
6.5. Concepção
6.6. Conscientização
6. Ergonomia no Brasil
7. Ergonomia nas Organizações
8. Norma Regulamentadora – NR17
9. Ergonomia e Qualidade de Vida
10. Produtos Er
11. A falta da Ergonomia e suas Consequências
12.Alguns Exemplos das Áreas de Atuação da Ergonomia
13. Conclusão


Ergonomia
1. Introdução
O ser humano almeja bem-estar e satisfação em sua vida quer seja no trabalho no lazer ou ambiente doméstico. Nesse contexto a ergonomia entra como uma grande aliada para melhorar a vida do homem moderno, despertando atenção de todos para a importância da ergonomia. Nesse sentido, o presente trabalhovisa mostrar através de pesquisa bibliográfica as maneiras para se reduzir os adoecimentos devido a fatores ergonômicos.
Este artigo tem por objetivo mostrar a história, a evolução e a importância da ergonomia nos dias atuais.
Frederick Winslow Taylor, pai da administração científica do trabalho pode ser definido como precurssor da Ergonomia. Seu trabalho Princípios da Administração Científica,publicado em 1911, influenciou empresas nos Estados Unidos, na Europa e até países socialistas, conforme Moraes e Soares (1989:3).
A Ergonomia surge após a Segunda Guerra Mundial, tendo em vista as falhas ocorridas na interface entre o homem e máquina. A Ergonomia nasce com os objetivos práticos de segurança, satisfação e bem-estar dos trabalhadores no seu relacionamento com sistemas produtivos.Ao contrário do Taylorismo, que buscava a eficiência e o aumento da produção, na Ergonomia a ciência vem como resultado, pois visa, em primeiro lugar, o bem estar do trabalhador e parte do conhecimento do homem para fazer o projeto do trabalho, ajustando-o às suas capacidades e limitações humanas.
Segundo Chapanis (apud MORAES ET AL., 2004), uma importante lição de Engenharia, proveniente da IIGuerra Mundial, é que as máquinas não lutam sozinhas. A guerra solicitou e produziu maquinismos novos e complexos, porém, geralmente, essas inovações não faziam o que se esperavam delas.
Tal ocorria porque excediam ou não se adaptavam às características e capacidades humanas. Por exemplo, o radar foi chamado de 'olho da arma', mas o radar não vê. Por mais rápido e preciso que seja, será quaseinútil, se o operador não puder interpretar as informações apresentadas na tela e decidir a tempo.
Tendo em vista tais acontecimentos, surge a Ergonomia. Em 12 de julho, na Inglaterra, reuniram-se cientistas e pesquisadores interessados pela primeira vez, em discutir e formalizar a existência deste novo ramo de aplicação interdisciplinar da ciência.
O termo Ergonomia é derivado das palavras gregasergon (trabalho) e nomos (regras, normas). Este termo foi adotado nos principais países europeus, onde se fundou a Associação Internacional de Ergonomia (IEA), que atualmente representa as associações de 40 países, com um total de 19 mil sócios (DUL et AL., 2004:1).
A IEA realizou o seu primeiro congresso em Estocolmo, em 1961. Nos Estados Unidos, porém, foi criada a Human Factors Society em 1957e, até hoje, o termo mais usual naquele país continua sendo human factors (fatores humanos), embora Ergonomia já seja aceito como sinônimo. No Brasil, existe a Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO, fundada em 1983, sendo filiada a IEA.
Como problema de pesquisa trabalhou-se: de que maneira a ergonomia pode diminuir as doenças ocupacionais?
Os objetivos trabalhados forma: mapear as...
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