equivalencia de estimulos

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  • Publicado : 21 de abril de 2014
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Sabe aquela frase atribuída ao Cateano Veloso pela qual "Uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa, ou não"? Diria que a parte do "ou não" está mais correta, pois às vezes(muitas vezes, por sinal) uma coisa é outra coisa.

Parece ilógico?


Para Aristóteles é, pois ele fundou a Lógica a partir de 3 princípios básicos:

1) Identidade ("Uma coisa éigual a si mesma". Ex: Eu sou eu).

2) Exclusão ("Uma coisa é algo porque é diferente de outra coisa". Ex: Eu sou eu porque não sou você).

3) Lei da não-contradição ("As coisas só podemser verdadeiras ou falsa. Não há um terceiro termo" Ex: Eu não posso ser você, porque eu sou eu).

Ou seja, uma coisa é uma coisa. O "ou não" estaria errado.

Mas talvezAristóteles, que estava falando de lógica, tenha esquecido que no plano simbólico, da estética e da fala, p.e., uma coisa pode ser sim outra coisa.

Murray Sidman, levando a sério a importância dalógica, demonstrou, experimentalmente, como usamos eles a nivel comportamental para lidar com estímulos do ambiente.

Suas conclusões de como estabelecemos operações lógicas sobre oque nos cerca foi chamada por ele de "equivalência de estímulos"(porque, imagino, mostra como as coisas podem ser equivalentes, trocando de significado entre si).


Para Sidman, aequivalência de estímulo ocorre quando 3 condições são satisfeitas:


1) reflexividade: Um estímulo é entendido com ligado a outro, como um reflexo num espelho.





A rosa éligada, culturalmente,
ao conceito de amor


2) simetria: Se o estímulo "X" equivale ao "Y", então o "Y" também equivale ao "X".

Voltando ao exemplo anterior, quando alguém fala"Amor" uma pessoa pode pensar em rosas.



3) transitividade: Se "X" equivale a "Y", e "Y" a "Z", então "X" equivale a "Z".

Se "rosa" leva a "amor", e "coração" leva a "amor", então:
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