EPILESPIA

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1. INTRODUÇÃO
No presente trabalho, realizado para a disciplina de Neurofisiologia abordaremos o tema Epilepsia, discutindo os aspectos fisiológicos, médicos, neurológicos e psicológicos decorrentes desta doença.
Estima-se que 2% da população mundial tem epilepsia segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS-2009). No Brasil ainda há um grande numero de pacientes sem o controle adequado das crises, isso acontece pelo despreparo dos profissionais da saúde e pela desinformação da população.
Epilepsia é uma doença neurológica, não contagiosa, as causas vão desde doenças estruturais como derrames, tumores, sequelas de acidentes até a predisposição genética, mas outros fatores também podem contribuir para o surgimento da doença como o abuso de drogas e bebidas alcoólicas, febre alta (geralmente em crianças abaixo de cinco anos) níveis alterados de sódio e glicose no sangue ou ferimentos sofridos na cabeça.
Uma das principais características da epilepsia é a convulsão que é provocada pela atividade excessiva e anormal das células cerebrais. Tais crises podem se: a) parciais (focal- em um hemisfério cerebral) onde o paciente pode apresentar desconforto estomacal, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, ver e ouvir de forma distorcida, b) (totais- em ambos os hemisférios) o paciente apresenta perda dos sentidos e se debate, podendo morder a língua ou urinar na roupa, ou c) crises não classificáveis (causas desconhecidas). As drogas antiepilépticas são eficazes na maioria dos casos, e os efeitos colaterais têm sido diminuídos. Em determinados casos, a cirurgia é uma alternativa.
O diagnostico de epilepsia é fundamentalmente médico, mas exames de neuro- imagem, eletroencefalograma (EEG), análise do histórico de vida e relatos de acompanhantes do paciente são complementos importantes. O acompanhamento médico e o uso da medicação não podem ser dispensados mesmo nos casos onde as crises estão controladas.
Estudos mostram que 50 a 60% da população

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