Epilepsia

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Universidade de ribeiRÃO PRETO
unaerp
ciências farmacêuticas



murilo arena garcia monti


EPILEPSIA

RIBEIRÃO PRETO
2012
Murilo Arena Garcia Monti


Epilepsia

Trabalho apresentado à Disciplina de Estágio Curricular I, Universidade de Ribeirão Preto, UNAERP, como exigência de Horas Atividades.

Professora: Dra. Marise BastosStevanato.





RIBEIRÃO PRETO
2012

RESUMO

A epilepsia é uma desordem neurológica, caracterizada por crises convulsivas provocadas por descargas elétricas em uma parte ou em todo o cérebro. As descargas elétricas podem vir acompanhadas de manifestações da consciência, sensitiva-sensoriais, motoras e comportamentais. As convulsões podem variar,dando origem a diferentes tipos de crises epilépticas. Os sintomas das crises variam de acordo com a região do cérebro atingida. Nesse aspecto, as crises podem ser divididas em parciais simples e complexas e generalizadas.

SUMÁRIO

1 - INTRODUÇÃO....................................................................................... 5
2 -CAUSAS................................................................................................... 5
3 - CLASSIFICAÇÃO.................................................................................. 6
3.1 - Crises epilépticas focais ou parciais..................................................... 6
3.2 - Crises epilépticas generalizadas........................................................... 8
4 -DIAGNÓSTICO...................................................................................... 10
5 - TRATAMENTO...................................................................................... 11
6 - REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................. 13

1 - INTRODUÇÃO

A epilepsia é uma desordem neurológica que tem como resultado uma crise epiléptica, que se repete em intervalo de tempoindefinido. Deve-se ressaltar que nem todas as crises epiléticas são convulsivas. A região do cérebro onde ocorre a desordem neurológica é chamada de zona epileptogênica. A crise epilética é resultado de uma descarga elétrica excessiva de neurônios localizados em qualquer lobo ou região cerebral, tendo uma divisão pela origem das descargas elétricas: focal (ocorre em uma região/lobo do cérebro) egeneralizada (inicia centralizada e depois se espalhas para alguns lobos). A crise focal, também chamada de parcial, tem uma série de classificações conforme suas ações no paciente.O mesmo ocorre na generalizada.A partir desses dados, é possível diagnosticar o tipo de crise.
A epilepsia abrange cerca de 50 a 120 casos em cada 100.000 pessoas no ano.
A epilepsia é geralmente controlada, masnão curada. O controle das crises se torna um fator dificil quando há atraso no diagnostico clínico e o no tratamento. Isso acontece pela falta de iniciativa do paciente em procurar ajuda médica ou pela omissão da própria família. Isto pode ser explicado pelo fato desta doença causar a exclusão e marginalização de seus portadores. Antigamente, a epilepsia era cercada de misticismo.Foi consideradadesde uma maldição, a dádiva dos deuses.O grego Hipócrates, no ano 400 A.C.,foi o primeiro homem a pesquisar a doença.Essa iniciativa esclareceu muitos pontos que levavam a esse misticismo em torno da epilepsia.No livro “Sobre a Doença Sagrada”(como costumava ser chamada pelos adoradores dos deuses), ele refuta a ideia da epilepsia ser uma maldição ou um poder profético. Ele considerava que a“doença sagrada”, tal como outras, tinham uma causa natural. Ainda assim, a relação entre epilepsia e o sobrenatural percorreu toda a Idade Média, condenando mulheres com epilepsia à morte, considerando-as bruxas. Usavam como argumento o fato de, quando em crise, estavam sob ritual diabólico.Finalmente, em 1873 a epilepsia ganha um espaço clinico, quando Hughlings Jackson(neurologista londrino)...
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