Epicuro. carta sobre a felicidade (a meneceu)

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  • Publicado : 9 de abril de 2012
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Para Epicuro alcançar a filosofia era alcançar a paz de espírito era viver bem sem nenhum medo ou perturbações, sem nenhuma dor física ou mental, desse modo teria sealcançado então a felicidade. E não tinha idade para buscar a filosofia, para o velho era rejuvenescer através das recordações das coisas que já passaram, e para o jovem envelhecersem medo do que está por vir.
Para ele “a morte não é nada”. Todo bem e todo mal trás suas sensações, e a morte é privação dessas sensações. Quem não acha nada de terrívelna morte, não achará nada de terrível na vida, não devíamos temer a algo que é a ordem natural das coisas, não devíamos ter “desejo” de imortalidade, que se estamos vivos nãoexiste morte, e se mortos não significa nada.
Ele diz que o nosso futuro não é nosso nem totalmente não nosso, ele quis dizer que não devemos viver em função do amanhã, enem esquecer que ele existe, para vivermos um dia de cada vez, porque pode ser que o futuro chegue ou não. E que para ele felicidade é viver na ausência de dor e medo e emfunção do prazer.

Que o ser vivo deve ir a busca dos desejos necessários para o bem da alma e do corpo, e depois disso o corpo e alma estarão saciados.
Segundo Epicuro prazer éum bem e a dor é um mal, embora o prazer fosse o nosso maior bem, às vezes evitamos prazeres que futuramente vá nos trazer algum tipo de dor. E que às vezes preferimossuportar alguma dor que vá nos trazer algum prazer futuramente... Que nem todo sofrimento deve ser evitado, porque é a ausência do prazer que nos faz sentir a necessidade dele. Ede todas as coisas a prudência é o supremo bem, que não existe vida feliz sem prudência, beleza e justiça, e que não existe prudência, beleza e justiça sem felicidade.
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