Ensaio sobre a espiritualidade

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS


Fabrício Fontes de Souza


RA: 511536



1º Ciências Sociais












Ensaio sobre
a
espiritualidade



Ensaio à disciplina Introdução á antropologia, do curso de Ciências sociais, da Universidade Federal de São Carlos, a pedido do Professor Pedro Augusto Lolli, como exigência final para ofechamento de notas de sua disciplina referente ao 1º semestre de 2012.












São Carlos
2012
Existe sociedade reencarnacionista?

A representação da sociedade sempre fez com que acima dela várias discussões fossem levantadas por meio de debates e pesquisas acerca da evolução das raças e da humanidade. Afirmações empoeiradas pelo tempo que acabaram sempre dando inúmeras voltasao redor de si mesmas e de temas já saturados ora sendo por meio de leituras, percepções ou descobertas sobre a sociedade que acabaram por desencadear em um profundo folclore repetitivo. É necessária uma revisão por meio de outros eixos, por ângulos mais diferenciados oferecendo um novo modelo de análise para se perceber a vida em sociedade, ou seja, por uma ótica mais especifica e transcendente.Existe um conjunto de leis que rege o exercício da vivência em sociedade que parte do pressuposto a partir das relações existentes no nosso vinculo comum e individual que nos oferece a oportunidade de crescimento em contato com o outro. Não há possibilidade de o espírito alcançar toda a sua plenitude a não ser na vida de relação.
James Frazer em sua obra “O ramo de Ouro” estabelece a relação daação do homem versus o espírito e da realidade versus o sobrenatural, onde ele cita fases do individuo que acreditava possuir dons extra-sensoriais a partir de uma resposta espiritual ou a sua própria verdade esculpida a partir de seu reconhecimento como humano e da existência da alma. Porém Frazer afirma que se comparar o homem contemporâneo com o homem primitivo ambos ainda não possui a noçãode escolha e isso resulta nas freqüentes confusões devido a não distinção do que seria de fato ordem natural dos fatos com a ordem dos pensamentos.
Para entendermos como funcionam essas leis dos relacionamentos temos que levar em consideração um ponto fundamental que é a lei de liberdade. Essa liberdade se dá a partir dos nossos próprios pensamentos, a lei do pensamento absoluto como assim oposso chamar é extremamente complexo e ao mesmo tempo habitual.
É impossível termos um aproveitamento individual dessa liberdade absoluta do pensamento, pois não existe situação social e situações de diferenças entre os indivíduos em que nós não nos voltamos e não precisemos uns dos outros. Estabelece-se então uma interdependência que se estreita cada vez mais quando nos adentramos naconvivência em sociedade. Porém todos nós tendo essa conscientização de que precisamos uns dos outros nada nos impede de que tenhamos que desenvolver a nossa independência.
A humanidade em seu atual estado evolutivo vive constantemente uma verdadeira escola de duras provas e intensas espiações, todos nós somos extremamente carentes do exercício de como conviver e compreender essas relações deliberdade. A primordialidade da nossa liberdade é fundamental para o nosso crescimento e para que esse exercício de liberdade ocorra é preciso preservar também a liberdade do outro, esse jogo das ações conscientes e voluntárias acaba abrindo e preservando os espaços da convivência sem seguirmos a persistir em um mesmo erro de que uns tem poder sobre os outros criando assim os diversos conflitosexistentes.
Nessa relação de poder devemos pensar pelo viés da limitação dos nossos direitos em sociedade que se não for trabalhada e colocada de forma plausível acabara por nos comprometer e nos fará refletirmos sobre a nossa real situação, que é a realidade de espíritos que somos. É possível perceber e afirmar então a partir dessa concepção de alma que estamos em uma continua exercitação...
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