ensaio como forma e eros e civilização

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O ENSAIO COMO FORMA O texto de Adorno vem com o objetivo de comentar uma maneira diferente de expressar o pensamento, através de uma nova técnica sendo necessário abrir a mente da melhor maneira possível. O ensaio estimula aquela liberdade de espírito, seja científico ou artístico. Segundo Adorno, o ensaio reproduz a imagem do que é ser odiado e amado, não recebe o espírito como uma criação, e sim como um modelo moral de trabalho. Reforçando sua visão, o ensaio possui idéias que não são construídas a partir de um princípio e nem tem uma conclusão. Sua maneira de explicar o sentido da palavra não segue uma lógica, porém são através de superinterpretações. É necessário verificar que conjuntos de elementos do objeto estão presentes. Já contra as formas, são os itens com o espírito dogmáticos sobre determinados assuntos, como as biografias romanceadas e de publicações comerciais, provocando suspeita em suas publicações.
EROS E CIVILIZAÇÃO

Para Marcuse, a análise de Freud, o sentimento de culpa é a causa da evolução do Estado de desenvolvimento econômico, social e político no qual chegam a certas sociedades. No qual esse sentimento de culpa é pago através da perda da felicidade. Esse sentimento de culpa surge através do complexo de édipo, no qual o filho mata o pai devido a sua agressividade, porém este cria arrependimento por seu ato. Segundo a visão de Freud para Marcuse, a cultura é reforçada por um “impulso erótico”interior ocorrendo assim o sentimento de culpa. No qual ocorre a “eterna luta entre as tendências de amor e de morte”. Para Freud a civilização é racional possuindo a irracionalidade do sentimento de culpa, mas para ocorrer à defesa revigorada contra a agressão, é necessário o fortalecimento eficaz dos institutos sexuais. Onde somente um Eros (instinto de vida) forte se sujeita aos institutos destrutivos. Isso é um ponto dificultoso para a civilização desenvolvida, no qual, é um aspecto crucial para sua existência. A civilização é sujeita

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