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R E S E N H A



Aluno: Luiz Carlos de Almeida Oliveira Data: aula de 14/11/2000



Professor: Dr. Heitor José Pereira


Identificação da Obra: A Escola do Aprendizado: A Formação de Estratégia como um Processo Emergente, capítulo 7 do livro Safári de Estratégia e A Escola de Poder: A Formação de Estratégia como um Processo de Negociação, capítulo 8 do mesmo livro.




Autor:Henry Mintzberg, Bruce Ahlstrand e Joseph Lampel.


Conteúdo:

Da mesma forma que abordado em outras escolas, estas também são diferente de outras escolas estudas, de natureza bem mais prescritivas, estas escolas possuem características comuns no tocante a sua forma, ou ao processo de formulação de estratégias. Sem entrar no mérito das suas formas, diria que a essência está na colocaçãoque a estratégia é um processo constante e contínuo na organização, dependente, de forma fundamental, de aspectos de funcionamento da organização, quer seja na questão do aprendizado, quer seja na questão da estrutura e funcionamento do jogo de poder.



Escola de poder


A Escola do Poder considera um aspecto relevante na formulação e no funcionamento estratégico das organizações. O jogode poder, de influências, de política que estão sempre presentes nas organizações e, em decorrência disto, acabam influenciando nos seus funcionamentos, nas formulações de suas estratégias e nas realizações das estratégias definidas, mesmo sob o viés da abordagem de outras escola.

Este influência do poder é abordada em duas dimensões, o poder micro e o poder macro. O micro trata da questão doindivíduo nas organizações, principalmente dos impactos do jogo de poder praticado constantemente por estes. O poder macro trata da questão da influência do poder da organização no seu meio, no seu círculo de relacionamentos.

O Poder Micro, conforme comentado, está centrado na atuação dos indivíduos nas organizações, é um aspecto de muita relevância e muito presente, interferindo sensivelmentenas estratégias. Os autores citam um conjunto de “jogos políticos” praticados por indivíduos nas organizações, cabendo destacar:

Jogo de insurgência: normalmente jogado para resistir à autoridade ou efetuar mudanças nas organizações;


Jogo de contra-insurgência: jogado pelos detentores do poder, contra o movimento de insurgência, aparentando um poder legítimo;


Jogo depatrocínio: jogado para construir uma base de sustentação, normalmente na busca do apoio da estrutura formal;


Jogo de formação de alianças: jogado entre os pares, normalmente no nível gerencial, para a formação de uma aliança em torno de objetivos;


Jogo de construção de impérios: jogado normalmente por gerentes de linha, para formar uma base de poder com seus subordinados;Jogo de orçamentação: Jogo com regras claras e abertas visando a formação de uma base de poder;


Jogo de perícia: jogo do uso da perícia para a formação de uma base de poder;


Jogo de domínio: jogado para construir base de poder usando poder legítimo de forma ilegítima sobre quem tem menos ou nenhum poder;


Jogo de linha versus assessoria: jogo derivalidade entre conjunto de pares, também se caracteriza por um uso ilegítimo do poder legítimo;


Jogo de lados rivais: jogado quando outros jogos formam bases de poder com visões não convergentes, exemplos típicos são diferentes áreas de uma empresa, como marketing e produção;


Jogo de candidatos estratégicos: indivíduos ou grupos procuram promover, através de meios políticos, asmudanças estratégicas que almejam;


Jogo de soprar apito: uso por elemento interno de informações privilegiadas para elementos com interesses na organização no meio externo à mesma;


Jogo de fofoqueiros: um conjunto de pessoas perto ao centro de poder, mas não fazendo parte dele, reorientam as estratégias formuladas, passando informações diferentes da originais.


Assim as...
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