Energia fornecida por um painel fotovoltaico (a.l.1.2)

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02-03-2012

Sumário


A teoria deontológica da fundamentação da moral:


Noção de dever. Fazer a distinção entre acções:
 Contrárias ao



dever; dever; dever.

 Meramente conformes ao

FUNDAMENTAÇÃO DA MORAL [3]
Domingos Faria

 Realizadas por



A vontade boa – o bem último da ética kantiana.
Manual A Arte, pp.172-174

Recordando…


As teorias que estamos aestudar…
Qual é o fundamento da moralidade?

Qual é o problema que estamos a estudar?


Problema da fundamentação da moral.
Ética utilitarista de Mill Ética deontológica de Kant



Como se formula esse problema?


Qual é o fundamento da moral? (Que princípio ou princípios fundamentais devem orientar a nossa acção?)
 Qual

é o bem último?  O que faz uma acção ser correcta?O bem último é a felicidade

Produzir a maior felicidade para o maior número é o que faz uma acção correcta

O bem último é a vontade boa

Cumprir o imperativo categórico é o que faz uma acção ser correcta

Avaliação Moral
Teoria deontológica da fundamentação da moral
A partir da obra “Fundamentação da Metafísica dos Costumes” de Immanuel Kant (1724-1804)


Na avaliação moral dasacções:
Para Mill o que interessa são as consequências da acção e não os motivos do agente.  Para Kant o que interessa são os motivos do agente e não as consequências da acção.



Exemplo do comerciante que não engana os seus clientes:
O comerciante pode vender pelo preço justo (1) porque não quer perder a clientela (interesse egoísta) ou (2) por inclinação (amor pelos clientes) – Condutanão tem valor moral.  O comerciante pode ainda levar o preço justo aos seus clientes (3) porque julga ter o dever de ser honesto – Conduta tem valor moral.




Os motivos errados – fazem com que a nossa acção não tenha qualquer valor moral.

1

02-03-2012

Máxima


O dever…


As pessoas agem segundo máximas.


As máximas são regras ou princípios que nos indicam o motivo dosagentes. Exemplos:
 

Mas, no que se baseia o nosso sentido do dever?


Na razão… Quando agimos por dever estamos a agir racionalmente. Quando agimos por outros motivos (inclinações) estamos a agir em função de desejos não racionais.
 Os

“Não enganes os outros se não queres perder clientes”. “Devemos ser honestos”.





Para Kant uma acção é correcta ou incorrecta consoantea máxima que esteve na sua origem, e não nas consequências que efectivamente teve.





O valor moral de uma acção depende da máxima que lhe subjaz.


Segundo Kant, só fazemos algo com valor moral quando agimos segundo máximas ditadas pelo nosso sentido do dever.

desejos não racionais tiram todo o valor moral às nossas acções.

O dever…


O dever…


Só tem valor moral asacções realizadas por dever.


Em suma, Kant distingue três tipos de acções:


Implica fazer aquilo que é correcto tendo como único motivo obedecer à lei moral que a razão impõe.



Estas distinguem-se das acção que estão em mera conformidade com o dever:
 

Acções contrárias ao dever: são as acções que, em geral, desrespeitam absolutamente o que é moralmente devido (matar,roubar, difamar, etc.) Acções meramente conformes ao dever: são as acções que respeitam o dever mas que, apesar disso, não o respeitam absolutamente porque o cumprem por interesse ou por qualquer outro motivo (não difamar por receio das consequências, etc.) Acções realizadas por dever: são acções que cumprem o dever por puro e simples respeito pelo dever – apenas para cumprir a obrigação moral (nãodifamar porque não devo difamar, etc.).

Acções que, embora estejam de acordo com aquilo que devemos fazer, não são motivadas pelo sentido do dever. São as acções motivadas pelo interesse pessoal, e que também resultam de sentimentos louváveis, como a compaixão. (Ler texto de Kant, p. 173 do manual Arte). Vimos no texto de Kant que:
 







Quem ajuda os outros por compaixão não...
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