Encontro marcado com a loucura

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  • Publicado : 25 de setembro de 2012
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Encontro Marcado com a Loucura - Resumo
O livro conta a história de Maria uma mulher natural da Bahia, que tem uma filha de 6 anos, seu marido faleceu há dois anos, mas que apesar de todos esses fatores ela tem uma história comum, como de qualquer outra pessoa.
Sua história psiquiátrica teve inicio há quatro meses, onde começou a ter atitudes que expressavam um quadro de loucura, tentou sematar duas vezes, e foi diagnosticada como depressão com sintomas psicóticos. Hoje em dia parte de seu tratamento está sendo bem sucedido, mas que ela ainda precisa de alguém que a ajude a pensar em certas questões. E somente os remédios não bastam, embora a ajude de outra forma.
Através do tempo, tem-se estudado e procurado diferenciar o normal e anormal de cada época, a quem é dada o poder paratratar do individuo mentalmente enfermo. É necessário um resgate da história do paciente para se compreender o normal e o anormal. Essas concepções coexistem nos dias de hoje, no imaginário popular e nos meios científicos.
Na Grécia, foi onde surgiu o primeiro modelo teórico da loucura: modelo mitológico religioso. Essa concepção persiste até nos dias de hoje, que na compreensão de que algunsdoentes mentais têm da própria doença. A partir destes, ocorre um mudança de perspectiva, que o enfoque deixa de ser mítico-religioso passando agora, para uma concepção psicológica da loucura: o produto de conflitos passionais do homem. Esse segundo modelo, foi iniciado com os estudos sobre a histeria. A história da histeria, remonta a Grécia Antiga.
Platão acreditava que existia o dualismo, eafirmava que mente e matéria são fenômenos separados. Que a alma racional seria imortal, e estaria localizado no cérebro. E a alma irracional estaria localizada no tórax. Para ele a psicopatologia apresentava diferentes formas, e essas formas aconteciam quando a alma irracional estava separada de sua parte racional.
A partir de Hipócrates surge um conceito organicista da loucura, que defende aimportância do cérebro como sede das emoções e pensamentos. E concebeu a histeria como uma doença em que o útero se desprendia da cavidade pélvica. Já para Galeno, a loucura para ele era, em essência, uma disfunção encefálica. No modelo medieval, a loucura é associada à possessão demoníaca, acrescido agora dos valores do Cristianismo. Já com o Renascimento e a Reforma, essa concepção mudou, e apsiquiatria tornou-se especialidade médica apta a tratar da loucura, e tem como marco inaugural Pinel.
Pinel priorizou a importância dos aspectos comportamentais da loucura, e sua posição contrariava a tendência as época. Já o Renascimento gerou a disputa entre médico e teólogos pelas histerias. Mas o predomínio da concepção diabólica de histerias se esvanece devido a Pinel, e vemos o confronto de duastendências opostas: os organicistas, que para eles a histeria era uma doença cerebral, de natureza fisiológica, ou hereditária; e os defensores da psicogênese, que a concebiam como uma afecção psíquica, bem como uma “neurose”.
Sob todos esses acontecimentos chega-se ao século XX, onde percebe-se as causas da loucura e a maneira como ela deve ser tratada. Embora hoje em dia, isso não é diferente.Conflitos e confrontos persistem.
Já no século XIX, a Psiquiatria trouxe contribuições cientificas que atravessariam décadas. A psiquiatria foi substituída pela medicina alienista, onde ela torna-se um demonologia, da feitiçaria, e de outras diversas técnicas, uma disciplina especifica que tem por um objetivo o estudo, o diagnóstico, e o tratamento do conjunto de doenças mentais.
Logo seguintehouve o surgimento da Psicofarmacologia, que era nova marca de tratamento de doenças mentais, e que foi descoberto de forma natural. Dentro deles os antidepressivos também foram descobertos.
Podemos ver que a década de 50 foi uma das mais interessantes no campo de Psiquiatria biológica. Todos que trabalhavam com paciente psicóticos, com quadros de depressão profunda, ou com momentos da vida...
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