Empreendedorismo

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INTRODUÇÃO

A linguagem literária da modernidade

A linguagem de hoje procura usar palavras simples e objetivas, de forma que até as pessoas menos estudadas compreendam o conteúdo.
Antigamente a linguagem era mais rebuscada e regrada; hoje em dia, a linguagem está mais livre e "solta".
A linguagem da modernidade tanto na estética quanto navida social apresenta um anticonvencionalismo temático, e inovação dos conteúdos que encontra correspondência também nesta linguagem.
Além das inovações técnicas, a linguagem torna-se coloquial e espontânea, mesclando expressões da língua culta com termos populares, o estilo elevado com o estilo vulgar.
Há uma forte aproximação com a fala, isto é, com a oralidade, egeralmente desejam denunciar a realidade como ela é, nua e crua. Assim, liberto da escrita nobre, o artista volta-se para uma forma prosaica de dizer, feita de palavras simples e que, inclusive, admite erros gramaticais.
A linguagem de hoje procura usar palavras simples e objetivas, de forma que até as pessoas menos estudadas compreendam o conteúdo.
Antigamente alinguagem era mais rebuscada e regrada; hoje em dia, a linguagem está mais livre e "solta".

A linguagem da modernidade tanto na estética quanto na vida social apresenta um anticonvencionalismo temático, e inovação dos conteúdos que encontra correspondência também nesta linguagem.
Além das inovações técnicas, a linguagem torna-se coloquial e espontânea, mesclando expressões dalíngua culta com termos populares, o estilo elevado com o estilo vulgar.
Há uma forte aproximação com a fala, isto é, com a oralidade, e geralmente desejam denunciar a realidade como ela é, nua e crua. Assim, liberto da escrita nobre, o artista volta-se para uma forma prosaica de dizer, feita de palavras simples e que, inclusive, admite erros gramaticais.
Namodernidade, a literatura seria, então, um "contra discurso", pois contesta o estatuto da linguagem, isto é, a linguagem como existia na época clássica, reduzida a discurso, à sua função representativa.Ela contestaria o estatuto da linguagem "com sua função significante, em que a significação é considerada como determinada na consciência, como tendo uma gênese interna na consciência, consciência que setorna, portanto, o fundamento, a condição, o ato constituinte da significação" (MACHADO, 2000, p.108).
É por sua marginalidade que a literatura pode esclarecer a história de nossas práticas e de nossos saberes; é por ser experiência radical da linguagem que a literatura manifesta a experiência de uma linguagem impessoal, que ultrapassa a oposição metafísica da ideologia da representação:as palavras e as coisas, a alma e o corpo, a interioridade e a exterioridade, o sujeito e o objeto, o eu e o mundo etc.

A liberação da escrita do tema da expressão do "eu" é tida por Foucault como um dos princípios éticos fundamentais da escrita contemporânea; esta"só se refere a si própria, mas não se deixa porém aprisionar na forma da interioridade;identifica-se com a suaprópria exterioridade manifesta" (FOUCAULT, 1992, p.35).
Na literatura contemporânea, ao menos em alguns autores, a escrita está sempre sendo experimentada nos seus limites e não se pretende exaltação ou manifestação do gesto de escrever, nem fixação de um sujeito numa linguagem — "é uma questão de abertura de um espaço onde o sujeito de escrita está sempre a desaparecer" (FOUCAULT, 1992,p.35).A escrita, como exercício de transgressão da própria linguagem, como lugar da não-expressão do sujeito que escreve, está ligada ao sacrifício voluntário da própria vida daquele que escreve. Essa morte voluntária manifesta-se no apagamento dos caracteres individuais do sujeito que escreve, no fim da oposição entre o sujeito da escrita e a escrita, entre interioridade e exterioridade,...
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