Empreendedorismo: uma filosofia para o desenvolvimento sustentavel e a redução da pobreza

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UNIABEU – CENTRO UNIVERSITÁRIO









EMPREENDEDORISMO: UMA FILOSOFIA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL E A REDUÇÃO DA POBREZA






















EMPREENDEDORISMO: UMA FILOSOFIA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL E A REDUÇÃO DA POBREZA

Trabalho elaborado para a disciplina de Empreendedorismo da UNIABEU CENTRO UNIVERSITÁRIO, e tem como sua orientadoraProfessora Karine Rodrigues de Souza.










BELFORD ROXO
2012
1) Introdução
O trabalho apresenta critérios para identificar as características atribuídas a um empreendedor. Entre várias definições do autor, identificamos entre as quais mais se aproxima sobre o nosso ponto de vista o que promove no desenvolvimento econômico ao se colocar em prática uma ideia empreendedora. Podemoscitar também a grande necessidade nos últimos dias de se empreender por necessidade ou por auto emprego.
O crescimento dos camelos nas principais ruas das grandes cidades como autoemprego e o aumento da criminalidade são sintomas dessa falta de emprego e pobreza.



















2) Desenvolvimento
A palavra empreendedor (entrepreneur), originada do francês, é usada paradescrever uma pessoa que tem, acima de tudo, a necessidade de realizar coisas novas.
Os conceitos de administração normalmente estão associados às organizações, ao contrário do conceito de empreendedorismo, que sempre se associa à pessoa que faz acontecer.
Segundo David McClelland (*), as pessoas podem ser divididas em dois grandes grupos: uma minoria que, quando desafiada por uma oportunidade,está disposta a trabalhar com determinação e afinco para conseguir o que quer, e uma grande maioria que não se importa tanto assim. McClelland afirma que as pessoas que têm necessidade de realizar se destacam porque, independentemente de suas atividades, fazem com que as coisas aconteçam.
O empreendedor, com sua aguçada percepção, está sempre observando recursos escassos na região onde atua,recursos que não estejam sendo devidamente explorados ou até mesmo que não tenham sido alvo da atenção de ninguém, sendo, no entanto, uma boa fonte de oportunidade de negócio.
Cada vez mais são as empresas novas e pequenas, e não as grandes, as maiores criadoras de novos postos de trabalho. Os países com maior aumento nas taxas de iniciativa empresarial tendem a ter um maior decréscimo nas suastaxas de desemprego.
Durante a década de 1990, as pequenas empresas contribuíram de forma considerável para a criação de empregos.
Dados do Ministério do Trabalho mostram que, de 1995 a 2000, os empreendimentos de pequeno porte foram responsáveis pela criação de 96% dos novos postos de trabalho em todo o país. Nesse mesmo período, o número de empresas brasileiras aumentou em 477,4 mil, graças,sobretudo, aos pequenos empreendimentos.
Das unidades criadas, 96,36% eram microempresas, 3,4% pequenas, 0,2% médias e apenas 0,04% grandes. Atualmente, as empresas de pequeno porte empregam cerca de 67% do total de trabalhadores com carteira assinada.
As nossas pesquisas sugerem que a iniciativa dos empreendedores contribui positivamente para o crescimento econômico, ainda que o crescimento do PIBseja influenciado por outros fatores.
Disse a REVISTA VEJA EDIÇÃO 2139 – 2009 - Quem conversa com um jovem sobre perspectivas de carreira costuma citar, como meta a ser perseguida, um bom emprego numa multinacional ou em um órgão governamental. Poucos se lembram de mencionar a possibilidade de ter um negócio como caminho para a realização e a estabilidade financeira. Talvez porque abrir umaempresa – e fazê-la sobreviver aos delicados primeiros anos – nunca tenha sido tarefa fácil no Brasil. A boa notícia é que as condições gerais estão ficando um pouco mais amigáveis. Nos últimos três anos, de acordo com pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o porcentual de empresas que conseguem completar dois anos aumentou de 51% para 78%, resultado que...
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