Embriologia

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ROTEIRO PARA A PRÁTICA DE EMBRIOLOGIA GERAL

Do ovócito à formação da blástula

Modelo n.º 1: Exposição do ovócito II pela retirada parcial da zona pelúcida.
Foi retirada a calota da zona pelúcida (em vermelho). No interior observa-se o ovócito II e o primeiro corpúsculo polar (inteiros) resultantes da 1ª divisão da meiose.



Modelo n.º 2: Mostra o modelo 1 em corte longitudinaltotal.
Externamente: zona pelúcida (em vermelho), ovócito II (citoplasma em rosa e núcleo escuro) e o primeiro corpúsculo polar (citoplasma pequeno em rosa e núcleo escuro).



Modelo n.º 3: Final da 2ª divisão de maturação (após a fecundação). Corte longitudinal total.
Um espermatozóide penetrou no ovócito II que, só então, termina a sua segunda divisão de maturação, e expulsa seusegundo corpúsculo polar (observa-se ao lado deste, o primeiro corpúsculo polar).



Modelo n.º 4: Corte longitudinal do óvulo.
De fora para dentro observa-se: zona pelúcida (em vermelho), espaço perivitelino, primeiro e segundo corpúsculos polares, citoplasma do óvulo contendo: pró-núcleo feminino e pró núcleo masculino. Ocorrendo a fusão do pró núcleo feminino (22 cromossomos, mais X) emasculino (22 cromossomos mais X ou Y) forma-se a célula ovo ou zigoto com 46 cormossomos.



Modelo n.º 5: Segmentação, corte parcial da zona pelúcida.
Mostra dois blastômeros inteiros, de tamanho quase igual, originados da primeira divisão mitótica, juntamente com os dois corpúsculos polares situados no espaço perivitelínico.



Modelo n.º 6: Corte longitudinal total.
Observa-se de forapara dentro: zona pelúcida (em vermelho), dois corpúsculos polares (1º e 2º), dois blastômeros, ainda aparecem as fibras do fuso, restantes da primeira divisão.



Modelo n.º 7: Visão tridimensional do ovo ou zigoto oligolecítico (pouco vitelo) pela retirada total da zona pelúcida.



Modelo n.º 8: Início da segmentação (primeira divisão).
Neste caso, holobástica e subigual. Comoresultado, formam-se dois blastômeros quase iguais. Não estão representados os dois corpúsculos e nem a zona pelúcida.



Modelo n.º 9: Fase tricelular (o maior blastômero dividiu-se antes do menor).
Foi retirada a zona pelúcida.



Modelo n.º 10: Fase de oito blastômeros, sem zona pelúcida.
O número de blastômeros não é sempre par.



Modelo n.º 11: A calota da zona pelúcida foiretirada aparecendo no interior os blastômeros que continuam se dividindo e diminuindo de tamanho (celularização), restabelecendo-se a relação núcleo-citoplasma.



Modelo n.º 12: Idem ao anterior.



Modelo n.º 13: Mórula.
O zigoto atinge a fase de mórula que consiste numa massa celular compacta ainda contida pela zona pelúcida (não representada). O número de células que constituem amórula é bem menor do que o representado.



Modelo n.º 14: Blastulação
Início da cavitação da mórula, para a formação da blástula. Aqui como no modelo anterior, não está representada a zona pelúcida.



Modelo n.º 15: Blástula
Forma-se por cavitação da mórula, devido à absorção do líquido proveniente do meio (tuba uterina ou útero). Observar:

♦ Blastocele (cavidade)

♦Trofoblasto (células periféricas)

♦ Massa celular interna ou embrioblasto. Nesta altura, desapareceu a zona pelúcida e a mórula torna-se um blastocisto.



Modelo n.º 16: Mórula (revisão)



Modelo n.º 17: Blástula.
Contendo: trofoblasto, externamente; blastocele (cavidade), embrioblasto ou massa celular interna. Esta estrutura é semelhante em aves e mamíferos.



Modelo n°- 18:Blástula:
Contendo aqui: trofoblasto externamente, blastocele ou cavidade, embrioblasto ou massa celular interna. Esta estrutura é semelhante em aves e mamíferos.
Obs.: Não está representado; neste modelo, o disco maciço formado por citotrofoblasto (internamente) e sinciciotrofoblasto (externamente) localizado no polo embrionário, mostrado no modelo 19.



Da implantação à formação do...
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