Emanoel

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Pênfigo

Pênfigo
INTRODUÇÃO.
1. HISTÓRICO
2. DEFINIÇÃO
* CLASSIFICAÇÃO
* Pênfigo Vulgar
* Pênfigo Vegetante
* Pênfigo Foliáceo
3. Pênfigo eritematoso
4. ETIOLOGIA
5. EPIDEMIOLOGIA
6. DIAGNOSTICO
* TRATAMENTO
* Medicamentos uso tópico
7. Medicamentos uso sistêmico
8. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

Objetivo: Descrever o desenvolvimentoe aparecimento de uma doença bolhosa caracterizada como Pênfigo verificando a gravidade e seu tratamento.

Método: Estudo descritivo exploratório com pesquisas de caráter online e em livros.

Resultados:Por sua manifestação na pele e mucosa o Pênfigo muitas vezes gera preconceito tanto pelos doentes que se isolam como pela sociedade que erroneamente associa como uma doença contagiosa eacaba discriminando os portadores.

Conclusão:O Pênfigo é uma doençaque ocorre em todo o mundo, mas em especial na região centro oeste da América do sul. No Brasil,predomina nas regiões Centro Oeste, em Minas Gerais, no Oeste de São Paulo, no norte do Paraná e no Distrito Federal. Estudos associam a ocorrência em moradores e trabalhadores da zona rural, sem diferença entre os sexos feminino emasculino acometendo principalmente adultos e jovens.

Descritores: Boletim dermatológico UNIFESP http//www.cenir.com.br.etiopatogenia.pdf
Sociedade brasileira de dermatologia http//sbd.org.br/doença /pênfigos.aspx

INTRODUÇÃO

O pênfigo possui duas variantes clínicas e patológicas: Pênfigo Vulgar e Pênfigo Foliáceo, descrita como doenças bolhosasautoimunes, não contagiosas, de etiologia ainda desconhecida, caracterizando-se por apresentarem anticorpos IgG nos espaços intracelulares, resultando em clivagem (acantólise) dos tecidos intradérmicos, suscetíveis à formação de bolhas ou vesículas.
O pênfigo é conhecido desde a mais remota antiguidade. Foi descrito primeiramente por Hipócrates (460 – 330 A.C.), que menciona algo sobre uma febrepenfigóide (pemphigodes pyretoi).
Em 1681, foi descrito o primeiro caso de pemphigus vulgaris.
O primeiro registro feito no Brasil foi em 1903, sob forma de uma tese apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.
Em 1912, durante um congresso médico em Belo Horizonte são comunicados novos casos de fogo-selvagem oriundos do estado de Minas Gerais e da região nordeste do estado de SãoPaulo.
No decorrer da década de 1930, o número de casos começou a aumentar significativamente no estado de São Paulo.
Então, em 1937, Lindemberg, professor de dermatologia da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, foi encarregado pelo governo do estado de estudar a doença. Foi o primeiro pesquisador a conseguir induzir na pele de cobaias e coelhos a formação de bolhasintra-epiteliais.
O pênfigo é um termo que abrange um grupo de doenças incomuns, que se caracterizam pelo surgimento de bolhas na pele e nas mucosas (oral, vaginal e peniana). Todos apresentam em comum a localização das bolhas, que é a epiderme (camada mais superficial da pele).
Métodos
Classicamente, o pênfigo possui quatro variantes clínicas e patológicas: Pênfigo Vulgar, Pênfigo Foliáceo,Pênfigo Vegetante e Pênfigo Eritematoso

Pênfigo Vulgar
Pênfigo vulgar é o tipo mais grave e, na maioria das vezes, aparece em indivíduos entre 30 a 60 anos de idade. Normalmente inicia-se com dolorosas lesões na mucosa oral, que lembram aftas. Algum tempo depois, aparecem na pele, bolhas que contêm um líquido translúcido, turvo ou sanguinolento, que convergem e se rompem, resultando em erosõesna mucosa, similares a queimaduras. Como as lesões são dolorosas, o comprometimento da mucosa oral leva a dor ao deglutir, atrapalhando a alimentação, contribuindo assim para a queda do estado geral do paciente.
No pênfigo vulgar observam-se erosões orais em 50-70% dos casos que, usualmente, precedem as bolhas cutâneas por semanas ou meses ou são as únicas manifestações da doença. O local de...
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