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ELEIÇÕES E OS DIREITOS E DEVERES CONSTITUCIONAIS DOS GESTORES PÚBLICOS



Nivaldo José Bello (a)
Valdecir CASAGRANDE (b)
Rogério Luiz Marques FREMEL (c)
Profª. MsC Sandro Ballande Romanelli



RESUMO
Recentemente deslumbrados pela euforia das eleições, muitos candidatos que por disputas por votos utilizaram-se das mais variadas formas de estratégia de mercado. Alguns eleitospelos votos de protestos anfibológico foram escolhidos pelas agremiações com vários propósitos. Que sem a contestação do órgão de direção nacional tem legitimidade para representar o eleitor e seu partido político em qualquer grau de jurisdição da Justiça Eleitoral. Hoje já investidos como “mandatários” sendo governantes e legisladores. Os recomendados a cargos públicos com a finalidade deadministrar a coisa pública em consonância com interesses particulares. Além do motivo comportamental econômico que foram colocados à disposição de apoiar esse ou aquele candidato, vemos com apreensão, que o circo do toma lá da cá, e o momento da premissa, “pessoas certas nos lugares certos”. Discorrer em eleições e os direitos e deveres constitucionais, entender que gestores públicos devem serresponsáveis pelo cumprimento às Leis. Abordar quais são as interfaces entre as obrigações dos gestores, nos diferentes campos do conhecimento, quer seja no âmbito administrativo, financeiro ou jurídico.


PALAVRAS-CHAVE: eleições, corrupção, gestão publica, poder político, cargos públicos.






1 – INTRODUÇÃO


Para que entendamos essa atitude nos buscamos diversos autores, as linhas depensamentos e a dizer que desde que o ser humano passou a existir procurou compreender o mundo e a si mesmo. Pretendendo se colocar dentro de sua extensa temporalidade, e em cada época teve momentos onde se constatou uma série ocorrência de conflitos em sua vida, seja em termos pessoais, seja em termos sociais e em termos profissionais. Lembrando que toda a história da humanidade foi, e é marcada poruma série de conflitos: sejam políticos, econômicos, sociais e religiosos. Esse homem ministra o tempo e o meio, podendo condicioná-lo, influí-lo, e marcá-lo em sua maneira, mas nunca em sua essência. Há muitas espécies de homem, o oprimido e ou opressor, estúpido ou gênio, que motivados pelos imprevistos e incidentes utilizam dos conflitos para diferenciá-lo num espaço limitado de tempo e emmedidas exclusivamente retóricas. O homem historicamente, o religioso na Idade Média; o social no século 19. O econômico de Marx até a atualidade mudou a forma de agir na resolução dos conflitos. O homem moral da Antiguidade clássica, o homem-homem despido de rótulos, quase uma abstração, o homem metafísico, das religiões em geral, que até pouco tempo, usava formas invasivas nas resoluções dosconflitos, depois disso o homem desenvolveu-se cultural e tecnologicamente, e os conflitos foram mudando não só quanto à intensidade, magnitude, como também quanto ao número de pessoas envolvidas. Os conflitos são inerentes às relações entre os homens, sejam na vida familiar ou social. Importante ressaltar que não se deve desconsiderar, ainda, a época e o local que ocorrem os conflitos, e que fatores osinfluenciam. Sabendo-se para que uma pessoa possa superar conflitos, faz-se necessário saber lidar com eles, é muitas vezes é necessário ajuda para mediar ou conciliar tais ações o que implica saber gerenciá-los. A ausência de conflitos antes encarada como expressão de bom ambiente, boas relações e, no caso das organizações, como sinal de competência. Alguns profissionais hoje em dia vêem o conflitode forma negativa, como resultante da ação e do comportamento de pessoas indesejáveis, associado à agressividade, ao confronto físico e verbal e a sentimentos negativos, os quais são considerados prejudiciais ao bom relacionamento entre as pessoas e, conseqüentemente, ao bom funcionamento na vida pessoal, social e nas organizações.

É sabido que a palavra “trabalhar” vem do latim vulgar...
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