Educação e educação especial

Curso de Bacharelado em Serviço Social

Trabalho
De
Política Social Setorial IV (Educação/Educação Especial)

Muriaé-MG
02 de Setembro de 2011

Curso de Bacharelado em Serviço Social

Política Social Setorial IV (Educação/Educação Especial)

Trabalho apresentado á unidade de ensino Política Social Setorial IV (Educação/Educação Especial) do curso de Serviço Social da Faculdade deMinas – FAMINAS, como requisito parcial a sua integralização.
Prof(a).:
Acadêmicos:________________________________________________________
__________________________________________________________________Período: 6ºTurma: A

Muriaé-MG
02 de Setembro de 2011

1-Quando surge a necessidade da escola? Por quê?
R- A instituição escolar não existiu sempre, e sua natureza e importância variamno tempo, dependendo das necessidades socioeconômicas dos grupos em que esteve inserida.
Nas sociedades primitivas não há escolas, e a educação é exercida pelo conjunto dos membros que as constituem. Quando a produção dos bens ultrapassa o necessário para o consumo imediato, fazendo surgir os excedentes, a estrutura da sociedade também se altera, e as divisões de tarefas tendem a acentuar asdiferenças sociais. O saber, que na tribo era coletivo, torna-se privilégio do segmento mais rico, constituindo uma forma de fortalecimento do poder. Surgindo assim a necessidade da escola como instrumento de transmissão do saber acumulado, embora restrito a alguns.

2-Por que a industrialização e a urbanização exigiram uma mudança da escola?
R-Porque quando os primeiros colégios foram fundadosnos séculos XVI e XVII pelas organizações religiosas, tinham como objetivo absorver a disponibilidades de tempo da criança, restringindo sua convivência aos colegas de mesma faixa etária.
De modo que a educação tinha o objetivo de disciplinar a criança e inculcar-lhe regras de conduta. Para melhor submetê-las aos rigores da hierarquia, ou seja, uma maneira de controlar seus impulsos naturais e lheensinar virtudes morais consideradas adequadas ao novo tempo.
Na qual há uma rígida formação moral o regime de trabalho é rigoroso e extenso. Assim são valorizados os estudos humanísticos, privilegiando também a cultura greco-latina.
Desse modo com a revolução industrial há alteração em alguns aspectos as exigências da escola burguesa, a modo que à formação acadêmica predominante humanística secontrapõe a necessidade de formação técnica especializada, além dos estudos das ciências.
Com isso houve a necessidade de mudanças na escola buscando a universalização de um ensino básico de qualidade, que prepare para o trabalho e para a cidadania. Visto que é uma nova educação pra um novo homem em fase de transformação.

3-O que significa dizer que a escola não é uma ilha?
R- Significa dizerque a escola não é um fato isolado e que não deveria ser mera reprodutora do sistema, mas sim um local de fermentação de mudança. E mesmo que a “escola não é uma ilha ela reflete a crise por que passa a nova civilização”. Ou seja, ela reflete um momento de confusão e dificuldade que caracteriza os períodos de transição, nos quais o “velho” ainda não morreu e “novo” não se apresenta com clareza.Mesmo porque o novo resultará do que os homens poderão construir a partir dos desafios a serem enfrentados.
Portanto não se compreende a escola fora do contexto social e econômico em que está inserida. Sempre que se exige a mudança na escola, a própria sociedade esta em transição e precisa de outro tipo de educação.

4- Explique por que apalavra Grega Scholé , é na sua origem a mesma para escolae ócio.
R- Scholé significa lugar do ócio. Na Grécia Antiga, as pessoas que dispunham de condições sócio-econômicas e tempo livre se agrupavam para pensar e refletir, ou seja, àqueles que não precisavam trabalhar para sobreviver, pois tinham quem trabalhasse por eles, ficavam com tempo livre, daí a associação da escola ao ócio. Dessa maneira se juntavam para discutirem assuntos variados e...
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