Edipo rei

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  • Publicado : 29 de novembro de 2012
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Édipo rei, uma obra prima grega da literatura universal, do século 400 a.c, é uma tragédia admirada por Aristóteles, onde ilustra a impotência humana diante do destino. Apresenta um herói que já tem sua gênese predisposta a tragédias, onde nos trará algumas reflexões sobre o individualismo, a concepção do ser humano inserido em seu meio social, as ligações da fase fálica na criança, o eternofilho na sociedade e o poder relacionado com o saber.

A obra inscrita por Sófocles inicia-se quando Édipo, príncipe de Corinto é acusado de ser filho ilegítimo do Rei Polibios, embora seu pai procure tranqüilizá-lo de que tal afirmação não passa de uma blasfêmia, Édipo recorre ao oráculo de Píton, chamado mais tarde de Delfos, onde o mesmo não responde sua duvida, mas refere-se que Édipo iralutar contra as forças invisíveis do destino, que o levarão a matar seu pai e casa-se com sua mãe.

O mesmo perturbado com tal revelação foge de Corinto e vai para Tebas. A partir daí começa a luta de um herói contra as fatalidades reveladas em seu destino, e que o levarão a ser derrotado no fim.

Parte só, de Corinto, e em uma encruzilhada se depara com uma carruagem, onde éempurrado e ordenado a sair do caminho, pelo Arauto, Édipo ofendido começa uma briga onde mata a todos, e sem saber que o rei presente Laios, rei de Tebas, era seu verdadeiro pai.

Logo após o acontecido, segue para Tebas, onde o portal de entrada para cidade era protegido por uma esfinge grega, a qual controlava a entrada de forasteiros através de enigmas, e que se não respondidos corretamentea pessoa que se encontrava em sua frente era estrangulada.

Édipo após ter respondido corretamente o enigma, salva Tebas do flagelo que transpassava a cidade, é proclamado rei, e casa-se com a viúva de Laios, Jocasta, sua mãe verdadeira.

Mais tranquilo reinava soberano sobre Tebas, onde a cidade era provida de terra fértil e prospera, porém com o passar do tempo se abate umapeste sobre a mesma, uma nova maldição, levando tudo a morte, o gado, os pastos, as plantações, as crianças, tudo morre, induzindo o povo ao desespero, e a pedir ajuda ao Rei Édipo , onde o mesmo solicita ao seu cunhado Creonte que vá ate o Oráculo Delfos para pedir-lhe como resolver tal situação. O oráculo revela que tudo voltara ao normal, após o assassino do rei Laios que se encontra em Tebas, forexpulso da cidade.

Inicia-se então uma verdadeira investigação sobre o assassinato do rei Laios, todos se unem na busca de pistas que levem ao culpado, até que chega um novo personagem na trama, Tirésias, um adivinho cego, que também é tão quanto, mais respeitável que oráculo Delfos. Tirésias se nega a revelar qualquer coisa, e Édipo, em seu furor, o acusa de ser o responsável por tudoque ocorrera, mas o adivinho numa explosão de raiva revela que o culpado é o próprio Édipo.

Édipo cego pela raiva acusa o cunhado e o adivinho de estarem manipulando a situação para que Creonte lhe tomasse a coroa, inicia-se uma discussão, que só chega ao fim quando Jocasta intervém e começa a relembrar os detalhes da morte de Laios, quando ao juntar as evidencias, Édipo identifica emLaios, o homem que matou antes de chegar a Tebas.

Como o próprio enredo da obra grega é trágico, Édipo recebe um emissário de Corinto, cidade onde foi criado, trazendo a noticia de que o rei de Corinto, suposto pai de Édipo morreu, por um momento Édipo sente-se aliviado, mas o emissário lhe diz que ele não é realmente filho do rei de Corinto, mas que fora entregue ao mesmo por um servido dorei Laios para que fosse criado por ele.

Em um momento de reflexão o rei de Tebas conhecendo a historia do filho de Jocasta que foi abandonado para morrer pendurado em uma árvore por grampos nos pés, e retirado da mesma por um emissário que passava no momento pelo local, Édipo manda chamar novamente o servidor de Laios que lhe confirma a historia.

Então tudo vai ficando mais...
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