Edificios gaioleiros

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Índice


Capa pág. 0

Introdução histórica pág. 01 - 02

Antecedentes históricos, sociais e económicos ao “Gaioleiro” pág. 03

Do Pombalino ao “Gaioleiro”pág. 04 - 05

Engenheiro Frederico Ressano Garcia pág.06


As Avenidas de Ressano Garcia e os Edifícios “Gaioleiros” : pág. 07

1.1Os Antecedentes pág. 07

A carta topográfica da cidade (1856-1858)pág.07

1.2 O plano pág. 08 – 09

1.3 Do Edifício Pombalino ao “Gaioleiro” – A decadência construtiva
pág. 09 – 14

Caracterização dos edifícios “Gaioleiros”pág. 14 – 19

O Edifício “Gaioleiro”
Análise construtiva do edifício em questão pág. 19 – 21

Patologias do edifício em questão: pág. 21

Anomalias em paredes resistentes pág.21

Anomalias em paredes decompartimentação pág.21

Anomalias em coberturas pág.22

Anomalias em elementos de ferro pág.22

Anomalias em escadas pág. 23

Anomalias empavimentos pág. 23

Anomalias em fundações pág. 23 - 24

Bibliografia pág25




Introdução Histórica



Para a uma melhor compreensão do períodogaioleiro, solução construtiva da qual faz parte o edifício em análise, é necessário ter consciência de que essa solução resulta de uma sequência de factos históricos.
Lisboa, cidade que se crê ocupada desde 300a.C., pelos mais diversos povos ao longo dos tempos, começando por Fenícios, atravessando o período Romano, habitada pelos povos bárbaros, acompanhando a sabedoria dos Árabes, invadida porGalegos, depois por Mouros e por fim Portugueses, sofrendo deste modo grandes alterações do ponto de vista arquitectónico ao longo dos séculos.
Desde a construção do castelo que a cidade se foi desenvolvendo à volta do mesmo devido ao perigo eminente de invasão que caracteriza a época. Alfama, mouraria e costa do castelo ainda mantêm a maior parte do traçado urbano original. Como cidaderibeirinha que era ficou muito desenvolvida na altura dos descobrimentos portugueses.
Caracterizando-se por uma cidade “vivida”, antes do grande terramoto de 1755, Lisboa era uma típica cidade Medieval, com ruas estreitas, sem qualquer ordenamento do território urbano. A actual baixa de Lisboa, para além de estar abaixo do nível médio das águas do mar – sendo até necessário a construção de uma muralhade contenção de águas para que a cidade não submergisse – era local onde desaguavam as águas que escorriam pelas sete colinas.
Em 1755, no reinado de D. José I, um terramoto de larga escala abala a cidade, seguindo-se um maremoto e ainda seis dias de incêndio, o que resultou num nível de destruição estrema. Ainda, o facto de ter acontecido no dia de Finados fez com que morresse muita gente...
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