Edgar allan poe

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Universidade Estadual do Ceará
Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Iguatu
Curso: Língua Inglesa e suas respectivas literaturas
Disciplina: Projeto e Pesquisa em Literatura Inglesa
Professora: Glícia Teixeira
VIII Semestre
















Edgar Allan Poe seus contos refletem sua vida.



















Iguatu – Ceará
2012


Aluno: JosimarRodrigues de Souza





















Edgar Allan Poe seus contos refletem sua vida.








Orientador(a): Prof(a) Glícia Teixeira











Iguatu – Ceará
2012


DELIMITAÇÃO DO TEMA

O projeto de pesquisa tem como intenção retirar fatos da vida do escritor Edgar Allan Poe que poderiam ter influenciado na escrita dos seus contos, bem comotrechos dos contos que podem ser comparados com acontecidos de sua vida.
Os pais de Edgar eram atores de teatro, sua mãe Eliza Arnold casou-se pela primeira vez com outro ator C. D. Hopkins, ela com apenas 15 anos. O casamento durou somente três anos pois Hopkins morreu de febre amarela. Seu pai David Poe Jr., de quem Edgar herdou o sobrenome Poe, era de uma família rica porém abandonou oscaminhos traçados por seus pais para ele quando se apaixonou por Eliza e foi viver junto com a companhia de teatro. Casaram-se em 1806, e tiveram dois filhos Henry Leonard Poe(nasceu no fim de janeiro de 1807) e Edgar Poe(nasceu em 19 de janeiro de 1809), o casamento não deu certo e por um motivo desconhecido seu pai abandonou a família, morrendo meses após não se sabe se devido a excessos alcoólicos.Edgar também foi alcoólatra talvez uma parte devido a influência genética de seu pai.
Edgar Allan Poe teve problemas com álcool a sua vida toda, perdeu mulheres e trabalhos devido a sua dependência que ele tentava sempre largar porém retornava a cair no vício, e a relatos também do uso de ópio pelo autor.
Poe começou o caminho das drogas em sua vida quando entrou na faculdade deLínguas Mortas e Vivas da Universidade de Thomas Jefferson. Faculdade que ele abandonou cheios de dívidas que o seu pai adotivo não quis pagar, um momento em que os dois tiveram uns dos maiores desentendimentos.
“Pela primeira vez ouvimos o álcool ser mencionado na vida dele. O clima na universidade era tão favorável quanto de uma taverna: Poe jogava, perdia quase invariavelmente, ebebia. O álcool causava-lhe um efeito misterioso e terrível, para o qual, não há explicação a não ser sua hipersensibilidade, suas taras hereditárias, aquele “feixe de nervos” à flor da pele. Bastava-lhe beber um copo de rum (e o bebia de um só gole, sem saborear) para se intoxicar.”, “o segundo gole o submergia na bebedeira mais absoluta, e o despertar era lento, torturante. Poe se arrastavadurante dias e dias até recuperar a normalidade”.
Palavras de Júlio Cortazar, tradutor de Allan Poe na Argentina.
No conto “O demônio da pervesidade”, título original: The Imp of the Perverse. Publicado em julho de 1845. Poe fala do ser humano que mesmo ciente de que faz algo ruim que o destruirá, não consegue fugir do desejo de fazer.
“Ao examinaras faculdades e impulsos dos móveis primordiais da alma humana, deixaram os frenólogos de mencionar uma tendência que, embora claramente existente como um sentimento radical, primitivo, irredutível, tem sido igualmente desdenhada por todos os moralistas que os precederam. Por pura arrogância da razão, todos nós a temos desdenhado. (...) Sob sua influência agimos sem objetivo compreensível, ou, seisto for entendido como uma contradição nos termos, podemos modificar a tal ponto a proposição que digamos que sob sua influência nós agimos pelo motivo de não devermos agir.
Tradução de Oscar Mendes.


No conto “William Wilson”, publicado em 1839. O autor relata um pouco dos devaneios do personagem com a bebida e o jogo de cartas, que era viciado e roubava até...
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