Economia

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Planos anteriores
Durante o período até 1939 são raras as atividades planejadas, com o Estado mantendo-se afastado das atividades econômicas internas. Em janeiro de 1939, houve a primeira tentativa de planejamento da Economia, com o Plano Especial de Obras Públicas e Aparelhamento da Defesa Nacional. Em dezembro de 1943 surgiu o Plano de Obras e Equipamentos. Finalmente, em maio de 1950 foiinstituído o Plano SALTE. Outros planos que se seguiram foram:
* Plano de Metas (1956-1961)
* Plano Trienal de Desenvolvimento Econômico e Social (1963-1965)
* Programa de Ação Econômica do Governo (1964-1966)
* Programa Estratégico de Desenvolvimento (1967-1970
*
PDN
O I Plano Nacional de Desenvolvimento foi instituído pela Lei 5.727, promulgada em 4 de novembro de 1971[2].Na mesma época foi instituido o programa Metas e Bases para a Ação de Governo (1970-1974).
Idealizado pelos ministros João Paulo dos Reis Velloso e Mário Henrique Simonsen, tinha como meta um crescimento econômico de 8% a 9% ao ano, inflação anual abaixo de 20% e um aumento de US$ 100 milhões nas reservas cambiais.
O principal objetivo do PND era preparar a infra-estrutura necessária para odesenvolvimento do Brasil nas décadas seguintes, com ênfase em setores como transportes e telecomunicações, além de prever investimentos em ciência e tecnologia e a expansão das indústrias naval, siderúrgica e petroquímica. Para isso, articulava empresas estatais, bancos oficiais e outras instituições públicas na elaboração de políticas setoriais. Assim, segundo economistas como Roberto Campos, operíodo ficou marcado como o ponto alto da intervenção do Estado na economia brasileira[4].
Fizeram parte do plano grandes obras de infra-estrutura, como a usina hidrelétrica de Itaipu, a Ponte Rio-Niterói e a rodovia Transamazônica.
Nos primeiros anos, as metas propostas por Velloso e Simonsen foram atingidas, com crescimento médio de 11,2% ao ano (chegando a 13,9% em 1973), e inflação média abaixode 19%. A crise do petróleo de 1974, porém, interrompeu o ciclo e forçou uma mudança de rumo na economia, levando o general Ernesto Geisel, sucessor de Médici, a lançar o II Plano Nacional de Desenvolvimento.

PND1. Partimos do conceito segundo o qual o Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) é distinto do Plano Estratégico de Desenvolvimento (PED). O PND representa o conjunto de ideais, valorese sonhos que uma nação assume para se definir e caracterizar as suas relações com as restantes nações. Assim, o PND é de natureza atemporal ou acronológico, mantendo um fio condutor de viabilidade, estabilidade, capacidade, qualidade, etc. no contínuo processo de desenvolvimento. O PED representa um conjunto de acções que a nação engendra, no tempo e no espaço, para a materialização do PND,assumindo o permanente desafio de saber adequar-se às sucessivas transformações às quais está condenada a própria realidade ex-sistente no espaço e no tempo. 2. Neste contexto conceptual, o PND significa a fonte inspiradora tanto da Constituição Nacional como do PED. Sem o PND e a Constituição o PED andaria à deriva e seria facilmente instrumentalizado por aventureiros e políticos mercenários, porprotagonismos e experimentalistas, por modernismos que facilmente assumem modas estratégicas suportadas por paradigmas muitas vezes pseudocientíficas e pseudotecnológicas.3.Assim, NÓS (“Quem não é contra nós é por nós”) ficamos espantados e profundamente orgulhosos com o PND inerente à sabedoria que o nosso Povo simples e dito pobre e analfabeto (não saber ler nem escrever não sinónimo de ignorância ouestupidez) demonstrou no alvorecer (Loro s’e) da independência Nacional, sabedoria esta que vem registada na brochura editada em 2002 e intitulada “TIMOR LOROSA’E 2020 – ITA NIA NASAUN, ITA NIA FUTURO”, Komisaun Planuj, Dili, Abril 2002, da qual escaneamos a página frontal. Esta sabedoria revela-se transversal a todos os ideais e sonhos/visões sectoriais. Esta sabedoria e este “todos” é tanto...
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