Economia

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ALTA FLORESTA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL




Clarice Guizoni
Vinicios dos Santos Fontana




VIABILIDADE ECONÔMICA DE UM VIVEIRO FLORESTAL










ALTA FLORESTA – MT
OUTUBRO DE 2009
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ALTA FLORESTA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTALVIABILIDADE ECONÔMICA DE UM VIVEIRO FLORESTAL



Trabalho elaborado como pré-requisito da disciplina de Economia Florestal, 7º semestre, pela Universidade do Estado de Mato Grosso, Profº Roberto Passos.






ALTA FLORESTA – MT
OUTUBRO DE 2009
1. INTRODUÇÃO

A falta de conscientização ecológica na exploração dos recursosflorestais tem acarretado prejuízos irreparáveis ao meio ambiente, alterando os ecossistemas e danificando a cadeia alimentar (SOBRAL, 2004). Desse modo, surgem as áreas chamadas de “degradadas”, onde sua vegetação original foi devastada para que no local fossem exercidas outras atividades, como a pecuária e a lavoura.
Partindo-se do pressuposto de que a área que está degradada perdeu suacapacidade de sustentação de uma vegetação, conclui-se que ela necessita de uma ação corretiva para que possa voltar a se introduzir vegetação nessa área.
Para que seja possível a recuperação de uma área degradada se faz necessário ter mudas de espécies nativas prontas para o plantio. Antigamente esse tipo de plantio era feito com sementes, muitas vezes não melhoradas geneticamente, eguardadas em recipientes que não ofereciam proteção adequada. Nesse contexto encontra-se a construção de um viveiro florestal, que consiste em um determinado local onde são concentradas todas as atividades de produção de mudas florestais.


2. OBJETIVO
Analisar a viabilidade econômica de se implantar um viveiro florestal para a produção de mudas com tubetes para um plantio de teca (Tectonagrandis) em uma área de 1000 ha no município de Alta Floresta – MT.

3. LOCALIZAÇÃO E INFRA-ESTRUTURA
3.1. Localização do viveiro
O viveiro florestal será localizado na Comunidade Boa Esperança, no município de Alta Floresta – MT.

3.2. Declividade do terreno
O terreno possui uma declividade de 2 a 5% para evitar erosão e acúmulo de água.

3.3. Disponibilidade de água
A água para irrigaçãodas mudas será fornecida através de poço semi-artesiano, pelo fato de que água tratada com cloro é prejudicial para o desenvolvimento das mudas. Serão feitas análises para determinar sua potencialidade.

3.4. Distância em relação às áreas de consumo
A localização do viveiro é próxima ao mercado consumidor das mudas que serão produzidas, pois a área de reflorestamento em questão fica a umadistância de 20 km.

3.5. Facilidade de acesso
O local do viveiro é de fácil acesso, podendo suportar manobras de veículos. Entre os canteiros serão deixados caminhos de 0,5 m de largura, facilitando a movimentação do pessoal.

3.6. Solo
O solo possui textura areno-argilosa, de boa drenagem, profundo, solto e não pedregoso, com subsolo permeável. Lembrando que essa característica é maisimportante para a produção de mudas com saco plástico, pois no caso de tubetes o substrato não é constituído de solo.

3.7. Drenagem
É necessário uma boa drenagem do viveiro para que não ocorra o acúmulo de água, formando assim poças de água que é favorável para o aparecimento de doenças e patógenos.
Ela poderá ser feita através de valas cegas ou drenos, no sentido perpendicular aos canteiros eparalela ao sentido da declividade do terreno.

4. CANTEIROS
Para a confecção dos canteiros serão analisados os seguintes critérios:
• Sentido: devem estar localizados no sentido leste-oeste, para receberem maior insolação, e no sentido paralelo a inclinação do terreno, havendo assim uma melhor drenagem.
• Dimensão: os canteiros devem possuir uma largura máxima de 1,20 m, mas preferencialmente,...
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