Economia politica

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  • Publicado : 10 de outubro de 2012
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Segundo a Constituição Federal, em seu art. 3 veda qualquer forma de preconceito ou discriminação, em razão de “origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação. reagiram ao quadro de erros anteriores e conseguiram mudar suas condições pré-estabelecidas, a saber: Brasil.
A bem da verdade, os fatos demonstram muito antes de se abrirem os portões do Novo Mundo –América -, uma incipiente Europa, percorrendo grandes experimentações do renascimento comercial e cultural ao término da idade das trevas, evoluindo, no entanto, mesmo que de forma frágil para seus Estados nacionais absolutistas que precisavam de medidas expansionistas e protecionistas para desenvolver-se.
Assim, ao final do século XV e vindouro século XVI, as primeiras nações européias mergulham aosmares escusos e de incontáveis léguas, em busca de riquezas em terras novas, produtivas e, somente, expropriáveis; tampouco se cogita fincar estruturas duradouras, se não para explorar e explorar. De tal forma, bem-vindo ao Brazil.
As relações trabalhistas ao final do século XVIII, demasiadamente, distante dos ideais liberais franceses ou ingleses não se avizinhavam por aqui, por aqui escravidão etráfico negreiro, ditavam status e riqueza. O estrato social aristocrático vivia em razão de enriquecer seus renegados europeus ou misturados com as desiguais transferências comerciais, e, exportar a Portugal – Metrópole -, suas iguarias a preço estabelecido além-mar, quando não os trocava por qualquer coisa de importância relativa para o estrangeiro.
Desta forma, no início do século XIX com avinda da corte portuguesa para a colônia, fugidos e a fim de buscarem proteção a qualquer custo, é imposto ao Brasil na condição hipotecária: empréstimos e facilidades comerciais, com seu agora tutor - Inglaterra – cujo preço para proteção não decresce e trás consigo muitas exigências e facilidades alfandegárias. Ou seja, alguém teria de pagar ávidos juros ou altos tributos, fora a corrupção, paracumprir o acordado e comprar produtos manufaturados, num preço justo; então se conspira mundialmente para se abolir a escravidão nos quatro cantos do mapa mundi, no entanto, diante das comodidades da aristocracia rural no Brasil, entre outras, a condição de “homem livre” ao negro demora a chegar, e como, somos os últimos, mas agora a postos para comprar o que eles desejarem e da maneira quedesejarem.
Ante o exposto, a economia brasileira não se aventura a desenvolver-se, enquanto revoluções industriais se difundem, bem como técnicas de transformação da natureza as diferenças sociais entre as classes se repelem com tamanha velocidade em terras “livres” sem se desvincular da crescente dívida decorrente da importação de produtos desnecessários.
Também no outro continente, velho mundo, emmeados do século XIX, idealizadores alemãs projetam um sistema capaz de enfraquecer a relação burguesa – proletariado tema muito distante ou inexistente no Brasil, terra de pretos e macacos, onde, à época, nem mesmo universidade havia assunto que enfraquecia a demanda expansionista do capital por uma justiça social – o principio da igualdade se sobrepõe a liberdade, contudo somente no século XX selogra sucesso em alguns lugares daqui longínquos; enquanto isso, por estas terras o eurocentrismo imposto e levado a sério registra a intenção de alguns de trazer o leva da revolução francesa para dentro. Entretanto, entraves culturais e religiosos nos impedem de cumprirmos com fidelidade a intenção do tripé Frances – Liberdade, Igualdade e fraternidade.
Nos novos tempos ou nas regras doimperialismo/neo-colonialismo se subscreve e urge a dicotomia - países desenvolvidos e países subdesenvolvidos ou novos colonizados e novos colonizadores; e, essa perspectiva segue ditames que estabelecem os reflexos e conseqüências da essência desta relação que imprimiu em terras tupiniquins o peso da exploração, empréstimos e pagamentos consoantes a liberdade. Entretanto, não há que se dizer...
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