Economia cafeeira

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SUMÁRIO

PROJETO DE PESQUISA 4
TEMA GERAL 4
PROBLEMÁTICA 4
JUSTIFICATIVA 4
OBJETIVOS 5
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO - METODOLÓGICA 5
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 11
FONTES PRIMÁRIAS 13
































1 PROJETO DE PESQUISA


2 TEMA GERAL

A Economia cafeeira na Primeira República (1889-1930)


3 PROBLEMÁTICA

3.1 Qual foi a importânciada economia cafeeira na história da economia do Brasil?

3.2 Quais as mudanças ocorridas na economia após a execução do Convênio de Taubaté?


4 JUSTIFICATIVA

O tema abordado faz uma análise do desenvolvimento histórico-econômico do Brasil durante a Primeira República (1889-1930), com enfoque na produção e economia cafeeira. A economia interfere diretamente no desenvolvimento econômico,onde marca a formação do capitalismo e influencia a industrialização do país.
Neste período houve o auge da economia cafeeira que desde o período colonial vinha sendo desenvolvida.
Em 1895, a produção de café crescia em ritmo acelerado e com esta grande produção de café houve uma crise de superprodução marcada no ano seguinte. A estratégia adotada pelos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e MinasGerais foi o Convênio de Taubaté. O governo Federal também assumiu programas de valorização do café, mas nada conseguiu conter a grande crise associadas a problemas econômicos e bélicos em todo o mundo.
Com a quebra da bolsa de Nova York no mesmo ano, dificultou a obtenção de novos empréstimos, que causou um desacelera mento na produção de café.
Neste período da República Velha foi quando aeconomia cafeeira conseguiu o seu maior destaque e ao mesmo tempo o seu declínio. Para a história, a economia cafeeira ressaltou a imigração no país, influenciou a política, aumentou a economia e possibilitou o início da industrialização. Nossa análise é feita a partir de teorias econômicas e históricas de Caio Prado Júnior, Celso Furtado, Edgar Carone, entre outros autores.

5 OBJETIVOS

-Analisar o percurso da economia cafeeira na República Velha.

- Estudar as medidas e os objetivos do Convênio de Taubaté.



6 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO-METODOLÓGICA


O período de 1889 à 1930, chamado de República Velha, iniciou-se com a Proclamação da República e se estendeu até a Revolução de 30 . Foi marcada pelo domínio político das elites agrárias mineiras, paulistas e cariocas. Mas acimade tudo, a economia no Brasil condicionou as ações políticas neste período oriundo do setor cafeeiro associados aos investimentos estrangeiros. O processo de industrialização crescia nas terras brasileiras. Neste contexto, o país se firma como exportador de café. “Em nenhum momento ou fase do passado o país tivera diante de si, neste sentido, perspectivas mais amplas.” Diz Caio Prado Júnior.Segundo Lobo, R. Haddock “Nunca será demasiado insistir sôbre a importância do café em nossa vida econômica, social e política, a partir do segundo quartel do século XX.”
A produção de café nas terras brasileiras foi introduzida na época colonial. No Império a cultura adquiriu importância, mas foi na Primeira República que este produto se tornou a maior potência econômica. Tudo se fazia em funçãoda política do café para o café.
A produção de café que vinha subindo ano após ano sofreu uma quebra com a Lei Áurea em 1888, mas os altos preços das sacas compensaram e não surgiu um grande efeito negativo. Pois a partir da abolição de tráfego negreiro em 1885, campanhas de incentivo a imigração européia foram feitas e a mão de obra nas lavouras passou a ser assalariada. Segundo CelsoFurtado, “A produção brasileira, que tinha aumentado de 3,7 milhões de sacas (de 60 Kg) em 1880-81 para 5,5 em 1890-91, alcançaria em 1901-02 16,3 milhões.” Com a alta produção, os fazendeiros necessitavam de transporte e comunicação para ser feito o comércio do café. Como estas condições ainda eram precárias, os fazendeiros administravam diretamente as suas propriedades.
“É nessa condição que ele...
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