Econimia

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Informática
Os produtos e serviços de informática também ganham força junto à classe. A principal demanda é estar conectado. “Estamos falando desde lan houses até venda de computadores e suporte técnico”, detalha Meirelles. A última estimativa de vendas da consultoria IDC era de 13,8 milhões de computadores vendidos no Brasil em 2010, o querepresenta 24% de crescimento em relação ao ano anterior. No primeiro trimestre do ano, o crescimento chegou a bater em 40% sobre o mesmo período de 2009. As lan houses também têm um papel importante junto a este público. Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), 45% dos acessos à internet no Brasil foram feitos a partir deste locais em 2009. O número já chegou a ser maior (49%, em 2008),mas ainda é bastante expressivo. A tendência no segmento é de estabelecimentos de pequeno porte e baixos custos – a maioria são negócios familiares, com até três funcionários, segundo o CGI.br. Grandes redes como a Monkey, que chegou a ter 60 lojas no país, entraram em extinção.

Arquivo/AGÊNCIA BRASIL
Tags:
Classe C, Empreendedores, Pequenas empresas-------------------------------------------------
Educação
Na área de educação, o público classe C deverá buscar principalmente cursos profissionalizantes, de informática e de idiomas. “São cursos que dão melhor acesso ao mercado de trabalho, em geral”, diz Luciana. De olho na oportunidade, redes que oferecem cursos a preços populares, como Eurodata e Microcamp, estão buscando franqueados para expandir suas bandeiras, incluindo forteinvestimento nas marcas de ensino de idiomas – segundo dados do Ibope, apenas 23% das pessoas desta faixa de renda falam uma segunda língua. Segundo a Data Popular, os gastos da classe C com estudos subiram de R$ 1,8 bilhão em 2002 para R$ 15,7 bilhões em 2010 e os alunos deste segmento da população já são maioria na rede particular de ensino, ocupando 51,8% das vagas. E a tendência é que osinvestimentos continuem crescendo.“Cada ano de estudo a mais impacta em um aumento médio de 15% em renda”, justifica Meirelles.

Saúde
As clínicas que oferecem serviços médicos de média complexidade, como consultas e tratamentos básicos, a preços acessíveis também estão em alta. Um caso de sucesso neste nicho é o da clínica Sorridents. Com preços até 40% menores do que os praticados no mercado, a redeapostou na qualidade do atendimento e dos materiais e na facilidade de pagamento para conquistar a classe C. Com faturamento de R$ 120 milhões em 2010, a rede já tem mais de 118 unidades em operação e espera chegar a 500 até o final de 2016. “O serviço dentário sempre foi muito necessário e desejado, mas era muito caro”, destaca Luciana. Com a popularização dos preços e o aumento de renda, a tendênciaé que cada vez mais a classe C demande serviços deste tipo. Além das clínicas populares, há oportunidades para quem quiser investir na venda de seguros. Em uma pesquisa feita pela GS&MD – Gouvêa de Souza em novembro de 2010, 68% dos entrevistados de classe C, D e E manifestaram interesse em contratar planos odontológicos nos próximos dois anos e 71% pretendem contratar planos de saúde.
Beleza
Omercado da beleza também desponta como uma grande celeiro de oportunidades de negócios juntos às mulheres de classe C. Segundo pesquisa da Data Popular, 51% das mulheres deste segmento afirmam gastar “muito dinheiro” com produtos de beleza e higiene pessoal. Em média, elas vão ao cabeleireiro duas vezes ao mês, gastando entre R$ 15 e R$ 30 por visita. Um exemplo de sucesso nesta área é oInstituto Beleza Natural, especializado no tratamento de cabelos crespos, cujos salões recebem 70 mil clientes por mês e crescem, em média, 30% ao ano em faturamento. E não são só os salões de cabeleireiro e clínicas de estéticas que ganham força, mas também a prestação de serviços em domicílio e a venda de produtos. “Elas estão pagando mais caro por produtos que a gente entende como supérfluos, mas...
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