Dst aids

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Ministério da Saúde
Secretaria de Políticas de Saúde
Coordenação Nacional de DST e Aids

Aconselhamento em DST, HIV e Aids

Diretrizes e Procedimentos Básicos
2ª Edição
Brasília
© 1997 - Ministério da Saúde
© 1998 - 2ª Edição - Ministério da Saúde
Tiragem: 10.000 exemplares
É permitida a reprodução parcial ou total, desde que citada a fonte.
Ministério da Saúde
Secretaria dePolíticas de Saúde
Coordenação Nacional de DST e Aids
Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Sobreloja
CEP: 70.058-900 Brasília-DF Brasil
Disque Saúde/Pergunte Aids: 0800 61 1997
http://www.aids.gov.br

Ficha Catalográfica
Aconselhamento em DST, HIV e Aids: diretrizes e procedimentos básicos. / Coordenação Nacional de
DST e Aids. __ 2ª ed. __Brasília: Ministério da Saúde, 1998.
25 p.
ISBN85-334-2144-2
1. Síndrome da imunodeficiência adquirida    2. Doenças sexualmente transmissíveis   3. Profissionais
de saúde     4. Serviços de informação I. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Projetos Especiais
de Saúde. Coordenação Nacional de DST e Aids.

NLM - WC 142
Impresso no Brasil / Printed in Brazil

SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
INTRODUÇÃO
HISTÓRICO
O QUE É O ACONSELHAMENTO?OBJETIVOS DO ACONSELHAMENTO
A QUEM SE DESTINA?
QUEM FAZ O ACONSELHAMENTO?
ONDE É REALIZADO O ACONSELHAMENTO?
DURAÇÃO DO ACONSELHAMENTO
PROCESSO DE ACONSELHAMENTO EM DST, HIV e AIDS
- PROCEDIMENTOS GERAIS
- SITUAÇÕES ESPECÍFICAS DE ACONSELHAMENTO
- Pessoas Com Diagnóstico de DST
- Pessoas que Buscam Testagem Anti-HIV
- Pessoas Usuárias de Drogas Injetáveis
- Mulheres
CONSIDERAÇÕES ESPECIAISTREINAMENTO
MONITORIA E AVALIAÇÃO
GLOSSÁRIO
BIBLIOGRAFIA

APRESENTAÇÃO
A presença significativa das DST e HIV/aids em nosso País tem gerado a necessidade
de se desenvolver novas e mais eficazes estratégias de prevenção.
Nesse sentido, uma das prioridades da CN-DST/AIDS hoje é incluir práticas de
prevenção nas próprias atividades assistenciais já existentes na rede de serviços desaúde.
Entretanto, uma das principais dificuldades em estabelecer serviços efetivos de
prevenção de DST/aids é que estas envolvem, entre suas rotas de transmissão, práticas
muito íntimas, carregadas de simbolismos particulares que são social e culturalmente
determinados.
Os profissionais de saúde que já trabalham com a demanda de assistência a DST e
HIV/aids têm a oportunidade ímpar de manter umcontato direto com a intimidade da
vida do cliente, podendo assim promover um trabalho preventivo ajustado às
necessidades individuais.
Para melhor aproveitamento deste momento privilegiado dos serviços de saúde,
propomos que a ação preventiva possa ser efetivada por meio da prática do
aconselhamento - o que, de fato, muitas vezes já ocorre.
O aconselhamento é um instrumento importante para aquebra da cadeia de
transmissão das DST e HIV/aids, na medida em que propicia uma reflexão sobre os
riscos de infecção e a necessidade de sua prevenção.
O documento aqui apresentado tem por finalidade auxilar os trabalhadores de saúde
que atuam neste contexto a exercerem, de forma mais aprimorada e eficaz, as práticas
de aconselhamento em DST e HIV/aids.
A adesão dos gerentes dos serviçosde saúde a esta proposta, inclusive quanto aos seus
aspectos de monitoria e avaliação, é um dos fatores indispensáveis para viabilizar a
efetiva implementação da prática do aconselhamento.
Pedro Chequer
Coordenador Nacional de DST e Aids

INTRODUÇÃO
"É o outro que me dá referência de que
nem sou o anão dos meus pesadelos
nem o gigante dos meus sonhos."
(Autor desconhecido)
A construçãodo pensamento científico na sociedade moderna, em especial na
medicina, provocou um distanciamento do profissional de saúde em relação ao seu
cliente, um "doente vivo" e com capacidade de fala, visto que a interlocução passou a
ter um caráter secundário. Os aparatos tecnológicos passaram a ter prioridade, em
detrimento da relação interpessoal, provocando um distanciamento do sofrimento...
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