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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO AMAPÁ
CURSO: Ciências Sociais
DISCIPLINA: Economia e Meio Ambiente
PROFESSOR: Dr. Antonio Sérgio Filocreão
ACADÊMICO: Manoel Oliveira Cabral 201125035
DATA 24 Setembro de 2012
CRISE AMBIENTAL E MUDANÇAS NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
Prof. Dr. Antonio Sergio Monteiro Filocreão

RESUMO

É um textomonográfico baseado numa pesquisa realizada pelo seu autor nos anos 2005 – 2006 quando doutorando do núcleo de Altos Estudos da Amazônia na Universidade Federal do Pará – UFPA, o objetivo desse estudo é formação de subsídios técnicos necessários para o aprofundamento da reflexão sobre a crise ambiental contemporânea, observando sua natureza, seus impactos sobre a sociedade e principalmente os aspectosligados a ciência econômica. O autor mostra que na história ecológica da humanidade, as décadas 60 e 70 do século anterior, são emblemáticas porque trazem ao debate internacional uma observação de uma nova crise do capital vista na sua dimensão ambiental e que provocaram uma série de estudos passando por várias discussões e encontros mundiais chegando até ao encontro dos ambientalistas da Rio +10. Crise Ambiental: Evolução e Controvérsias: As preocupações principais são o esgotamento dos recursos naturais, pela má utilização e pela pressão do crescimento da população. Semelhante ao que acontece ao na economia é percebido também na história ambiental, as crises são utilizadas para explicar as transformações profundas que modificam os rumos das sociedades. A crise ecológica contemporâneamostra-se totalmente diferente da crise que induziu a revolução industrial inglesa. A crise atual está relacionada aos problemas da poluição e apresenta um caráter plenário estruturado em dois problemas principais: o aquecimento global e a perda da biodiversidade. Sendo que a crise da biodiversidade que o mundo enfrenta é a crescente perda da espécie, cuja causa principal é a destruição em massado seu habitat natural.
O autor relata as crises ambientais e a Ciência Econômica: a crise ambiental na Economia Marxista, a crise ambiental e a Economia Neoclássica, a Economia Ambiental Neoclássica, a Economia dos Recursos Naturais e a Economia do Meio Ambiente. Em 1980 surge a Economia Ecológica como sendo uma critica ao tratamento dado a questão ambiental pela economia marxista e neoclássicasendo esta uma corrente do pensamento econômico, sua institucionalização foi consolidada na década de 80 do século anterior. Como problemas centrais da questão ambiental diz respeito aos denominados de bens comuns que reúne os bens de uso coletivo (água, o ar, as florestas e os mares) o seu caráter de uso comum.
A crise ambiental e a ideia do desenvolvimento passa a ter uma importânciafundamental na preocupação das ciências a partir do pós-guerra, com do aceleramento dos processos de colonização em todo o mundo. Desde a economia neoclássica o crescimento econômico era visto de uma forma linear. A crise ambiental dos anos 70, a discussão sobre o desenvolvimento e subdesenvolvimento toma nova direção, seu foco central sai dos países pobres versus países ricos e passa a homem versusnatureza. A atenção teórica dos debates sobre o desenvolvimento sai da esfera do subdesenvolvimento e para a esfera da sustentabilidade e seus variados aspectos buscando a ideia do desenvolvimento sustentável. Esse desenvolvimento sustentável trouxe algumas ambiguidades, entre elas uma diz respeito a “necessidades” e “temporalidades”- que necessidades? De subsistência ou de luxo? De quem asnecessidades? Quanto a temporalidade no termo gerações futuras, as perguntas são: quem são seus porta-vozes? Que mecanismos dispõem para garantir os seus direitos? Quando os excluídos da geração atual que possuem voz e voto não conseguem garantir? A multiplicidade de argumentações criticas tanto do conceito de desenvolvimento sustentável considerado por Carvalho (2003) como um conceito sem teoria e...
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