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  • Publicado : 19 de julho de 2013
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1. Kant admite que através de sua obra epistemológica, Hume o levou a fazer as investigações que culminaram na Crítica da Razão Pura. Hume tentou mostrar que a razão não pode ser a fonte de nossasdistinções morais e o motivo de nossas ações, o que o levou a concluir que a base da moralidade se encontra nas “paixões”, no sentimento. Ao formular sua teoria Kant tinha como intenção refutar aposição defendida por Hume, o que ele fez foi compreender a essência do desafio Humeano, tentando atacar esse problema central. Hume afirma que a única coisa que é capaz de mover a vontade do homem é a suanatureza passional e, a razão só pode ser a escrava, ou a coordenadora, destas paixões. Ela é inerte, não pode mover a vontade, não pode propor fins e objetivos à vontade. Estritamente falando não podehaver um conflito entre a razão e as paixões, porque a razão não pode mover a vontade quando esta for movida pelas paixões. Só uma paixão pode resistir uma outra paixão, a razão só participa da vidamoral de um modo instrumental, procurando encontrar os melhores meios para a realização de propósitos que são sempre condicionados empiricamente. Kant nega isso, ele acha que a razão pura, ou a razãonão influenciada por desejos, pode ser um determinante direto da vontade e pode causar ações. Afirma, portanto, que a razão pura pode se mover a vontade e opor-se às paixões, e que a razão pode dar asi própria fins e propósitos, contrário ao que Hume pensava. Resumidamente pode-se afirmar que a questão básica entre Hume e Kant é que o primeiro negou, e o segundo afirmou, que a razão pura pode serprática. Atendo-se mais à teoria pode-se afirmar que a chave para a resposta à dúvida de Hume é a representação. Visto que só são conhecidas as representações (a ideia de que conhecemos uma coisa nósmeramente “pensamos” ela), é natural que se admita que exista, em relação à causalidade, “o conceito de uma tal conexão das representações no nosso entendimento e nos juízos em geral” – Kant. O...
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