ditadura militar e seus movimentos

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Ditadura militar marca movimento estudantil no Brasil em 1968.
O ano de 1968 é lembrado no mundo todo por suas revoluções. Enquanto o resto do globo era sacudido por um levante juvenil, o Brasil via o presidente Costa e Silva aumentar a repressão contra seus opositores, especialmente o movimento estudantil."O engajamento era maior entre os jovens. E, nesse caso, grande parte era formada por estudantes"A atividade política nas universidades já acontecia antes mesmo do golpe de 1964. Mas foi com o aumento das restrições aos direitos civis, em 1968, que os estudantes deixaram os centros acadêmicos e foram participar de protestos ou mesmo pegar em armas."Nós também lutávamos pela universalização do ensino público, reforma no ensino médio e investimento em pesquisa científica", "A oposição ao regime militar foi conseqüência dessas atividades políticas."As tensões daquele ano começaram no dia 28 de março quando o estudante Edson Luiz de Lima foi morto aos 16 anos pela polícia enquanto almoçava em um restaurante universitário no Rio de Janeiro.No dia 26 de junho de 1968 o Brasil presenciou outro momento histórico: 100 mil pessoas protestaram pelas ruas do Rio de Janeiro contra a repressão e a censura. A marcha ficou conhecida como a Passeata do Cem Mil.
Caras-pintadas
Caras-pintadas foi um movimento estudantil brasileiro realizado no decorrer do ano de 1992 e tinha como objetivo principal o impeachment do Presidente do Brasil Fernando Collor de Melo e sua retirada do posto. O movimento baseou-se nas denúncias de corrupção que pesaram contra o presidente e ainda em suas medidas econômicas, e contou com milhares de jovens em todo o país. O nome "caras-pintadas" referiu-se à principal forma de expressão, símbolo do movimento: as cores verde e amarelo pintadas no rosto. Tal protagonismo deveu-se, sobretudo, às campanhas pela conquista do passe livre nos transportes e da meia entrada nos cinemas, no âmbito da aprovação da lei orgânicados municípios, consequência da

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