Discussão ética para lei de cotas

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  • Publicado : 30 de maio de 2012
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Ser afirmativo é afirmar-se. Disto que se trata a lei de cotas.
Neste artigo abriremos O debate da ações afirmativas face a Justiça e a igualdade exemplificando a lei de cotas para negros em univesidades face ao direito de todos.
Falaremos da condição transitória das leis afirmativas e abriremos o debate da transigência delas e do seu grau medidor ético.
O enfoque se dá para O debateaberto das citações afirmando o Direito e a justiça como conquistas de pessoas que se afirmam frente a um Estado.
Em útima, posicionarmos como sujeitos éticos fundametalmente evolídos no seu modo de ser e de "morar" (em sociedade) a favor das condições que agregam a luta pela justiça e o Direito para todos. Esta concepção é também permeada por muitos conflitos éticos de pontos de vista face aigualdade das pessoas, mas frisamos que o condutor das nossas ações imediatas e das nossas ações planejadas é o nosso tempo histórico que exige de nós a nossa compreensão dele para afirmarmos e conquistarmos os nossos Direitos na prática por meios acessíveis, legítimos e transitórios.




As ações afirmativas( cota de vagas para negros nas universidades e reservas de vagas emconcursos públicos para portadores de deficiência) face a justiça e ao Direito.



Ser afirmativo é afirmar-se. Disto que se trata a lei de cotas.
A luta dos negros, deficientes, indígenas, etc, pelo direito as cotas e as ações afirmativas deve ser vista como uma luta "deles" e para "eles" a curto prazo como uma política emergencial e a longo prazo como uma política nossa, constitutiva daprática do direito de todos sendo exercida, ou seja, estes grupos que possuem fenótipos semelhantes que agregam preconceito em meio a uma sociedade construída à margem das suas aspirações na estruturação e contrução do mundo moderno e viabilizando a jústiça que vem pela exerção dos direitos comuns de qualquer cidadão na sua prática e isso é o mais importante nesta fase.
O sistema de cotas paraos negros é colocado como uma compensação da desvantagem histórica dos negros na sociedade atual. A última Lei de cotas aprovada nos aponta uma outra reflexão: Qual o grau medidor da desvantagem histórica dos negros e quando, e se, as cotas serão uma política injusta e desigual ?
É difícil medir o "débito" e o "saldo" do Brasil com os negros que se afirmam cada vez mais face à sociedade e aosseus direitos comuns, assim como os outros grupos já citados. Mas o que nos serve de proposições para o embasamento ético fundamentado na liberdade, sustentação da integridade e condição de ser humano, para o posicionamento a favor ou contra as cotas no contexto atual do Brasil são os dados recolhidos a respeito dos seus resultados apontando um artífice favorável à manutenção dos direitos comunsdos cidadãos face a desigualdade e a injustiça ja que as políticas afirmativas são de caráter transitório.
Só a ética pode ser o medidor de uma futura transigência o que nos levará a novos conflitos de consenso político e ético, porém esta temática de transigência de cotas ou ações afirmativas ainda está além de um contemplado horizonte.
O fato é que enquanto as políticas afirmativas existemé porque há desigualdade, e nós como agentes éticos (fundamentalmente) e políticos devemos nos posicionar favorávelmente à consolidação da justiça e igualdade em grau da absorsão de dados e apontamentos sobre a questão social nos seu pontos relacionados ao tema.
Apontar os dados de criminalidade, escolaridade, empregabilidade, mortalidade, etc., que consistem em maioria por parte dos negros emposição desfavorável ainda é necessário já que a lei de cotas desde a sua aprovação tem obtidos resultados favoráveis a condição do negro no Brasil e o sistema de cotas tende a funcionar para os demais grupos sociais segregados pela discriminação e preconceito afim de colocar em pratica um direito concedido a todos os cidadãos e é esta uma fomentação da prática do Direito e da igualdade....
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