Dirofilariose canina

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COLÉGIO TÉCNICO TABLEAU
TÉCNICO EM VETERINÁRIA
TURMA Q – MÓDULO III





André do Vale Oliveira








DIROFILARIOSE CANINA








São José dos Campos - SP
2011





André do Vale Oliveira





DIROFILARIOSE CANINA



Projeto apresentado no Programa de Técnico em Veterinária do Colégio Tableau, como complementaçãoda disciplina “Projeto Multidisciplinar” para obtenção do título de Técnico em Veterinária.


Orientadora: Profa. MSc Andrea Gonzaga dos Santos.












São José dos Campos, SP
2011
RESUMO

A Dirofilariose Canina em sua fase final é potencialmente fatal. É considerada uma zoonose, pois acomete os humanos de forma menos gravecomparado aos cães. Seu agente etiológico é o helminto Dirofilaria immitis cujos principais hospedeiros intermediários são os mosquitos Culex theieleri, Culex pipiens, Aedes caspius e Anopheles atroparvus. O hospedeiro intermediário ingere a larva L1 (microfilária) e após um tempo essa larva passa para L2 e L3. Nesta fase o hospedeiro intermediário transmite para o hospedeiro definitivo (cão) a larvaL3 através da ferida e assim ela evolui pra L4 e L5 fechando seu ciclo. A fase inicial é de fácil tratamento, porem conforme a doença se agrava o tratamento se torna difícil e demorado. Na sua fase adulta esse helminto pode causar lesões sérias no coração, pulmão, rim, fígado e grandes vasos. Este trabalho busca abranger o tema dirofilariose canina de forma ampla e simples relatando ascaracterísticas e ciclo biológico do helminto, e sugerindo formas de diagnósticos, tratamento e profilaxia alertando aos sintomas que o animal apresentar pois quanto mais cedo a doença for diagnosticada melhor será o prognóstico do animal.

































LISTA DE FIGURAS


Figura 1: Microfilária de Dirofilaria immitis 7

Figura 2 : Ciclo biológicoda Dirofilaria immitis. 9

Figura 3: Diagrama que ilustra a distribuição global da Dirofilariose Canina 11

Figura 4: Mapa da incidência da Dirofilariose no Brasil. 12

Figura 5: Radiografia torácica de um nódulo solitário circular no lobo direito pulmonar 14

Figura 6: Hemorragia pulmonar com espessamento aparente fibrose hepática de um cão com dirofilariose em estadoavançado
16

Figura 7: Animal com dirofilariose evidenciando palidez das mucosas 20

Figura 8: Cão pastor com baixa condição corporal, demonstrando proeminências ósseas do íleo e ísqueo, grande dificuldade respiratória, mantendo sempre a boca aberta, devido apresentar dirofilariose.
21

Figura 9: Fotografia microscópica aonde se observa as microfilárias no sangue as quais foramidentificadas mediante a prova de Knott modificado
23

Figura 10: Teste sorológico imunoenzimático (ELISA) para detecção de antígenos de vermes adultos de D. immitis com resultados: positivo e negativo.
25

Figura 11: Projeção ventro-dorsal de radiografia de tórax pulmonar do lóbulo caudal esquerdo sua grossura supera a da costela torácica no local onde se cruzam.
29

Figura 12: ECG de animalcom dirofilariose. Apresenta um desvio do eixo cardíaco à direita com aumento da amplitude da onda S caracterizando uma dilatação/hipertrofia ventricular direita.
30

Figura 13: Coração de um cão infectado por D. immitis. 31




SUMÁRIO


1 Introdução 6

2 Desenvolvimento 8
2.1 Características e morfologia da Dirofilaria immitis 8
2.2 Ciclo biológico da Dirofilaria immitis 92.3 Epidemiologia e distribuição geográfica 11
2.4 Potencial zoonótico 14
2.5 Patogenia 16
2.6 Sinais clínicos 19
2.6.1 Síndrome da veia cava 20
2.6.2 Classificação da doença 21
2.7 Diagnóstico 23
2.7.1 Testes sorológicos 24
2.7.2 Tecnica molecular 26
2.7.3 Exames complementares 27
2.7.3.1 Exames laboratoriais 28...
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