Direitos humanos

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 5 (1201 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 27 de agosto de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
6. O futuro da democracia em face ao conceito de soberania
Uma questão importante é no que se refere às perspectivas da Democracia é sobre a dificuldade de se conciliar o principio de ordem internacional com um conceito de Soberania. É a ordem internacional que delimita as fronteiras da atuação política e econômica das nações latino-americana.
O conceito clássico de soberania,enquanto qualidade perpetua absoluta evoluiu no sentido de se considerar a partir do século XVIII com as constituições que a soberania passava a ser um poder ilimitado de se alto limitar.
Paulo Nogueira chama a atenção para o momento delicado pela qual passava a Nação. Afirma que as classes dirigentes se acham minadas pela visão neoliberal. Também adverte que estas mesmas elites já estariamconformadas com um status menor para o país no cenário mundial. Em amplos setores da elite, intelectual e econômica, de direito, admite que o país deve abrir mão de seu destino natural de nação política e economicamente independente.
É inegável a influencia do poderio econômico internacional com um dos componentes para se inferir os limites reais da Soberania e vida de consequências, daDemocracia dos povos.
No mesmo sentido o autor do tema a Idolatria do Capital faz graves ponderações no que concerne ao tragamento das economias da America Latina e países pobres e a vinculação perversa do pagamento de dividas externas e o destino de miséria crescente aos países empobrecidos, de forma que pagar os juros é o povo deixar de consumir os bens que produz para enviar aos países ricos.Os signos da economia, seus contra valores e postulados são a perpetração da violência, a perversão do direito, a crueldade do capital, o assassínio das soberanias e autodeterminação, pois pela força do poder financeiro deturpam os signos do Direito.
Segundo Muller, o estado de bem estar social é concebido por meio do conceito sociológico da inclusão. No caso de uma exclusão o esquemainclusão/exclusão se sobrepõe como superestrutura à estrutura da sociedade, também à estrutura da constituição.
Na teoria Marxista é possível perceber que o estado é fruto da dominação de classes e o direito igualmente. Da atualização do Marxismo surge a ideia de que o Estado não é somente o âmbito de validade e concreção dos interesses tutelados do capitalismo. O Estado passa a ser aesfera de disputas, a arena moderna onde a chance histórica de libertação irrigada pela mística, a utopia e a esperança impelem os oprimidos a caminharem enfrentando os mecanismos da dominação, cuja essência e razão ultima é o lucro, pois acima de tudo possuem o sonho aliado à luta. Mais perverso do que todas as outras etapas do capitalismo.
Surge o neocolonialismo, destroçando toda e qualquernoção de respeito a direitos, instituições ou qualquer outra aquisição da sociedade com anseios libertários, visando tão somente a sobrevivência de um ciclo parasitário de destruição das nações se preciso for, subjugando os cidadãos à condição de uma massa de escravos do capital internacional.
Professor Bonavides e em nome da fé na globalização propõe – se um capitalismo de ultima geraçãoque ao mesmo passo, desfere, em silencio, o que dominamos golpe de Estado institucional. Golpe muito mais devastador e funesto que aquele do modelo clássico e tradicional – sem tanques nas ruas.
Afirma Bonavides que o golpe de Estado institucional, ao contrario do golpe de Estado governamental, não remove governos, mas regimes, não entende com pessoas mas com valores.
Conclui que como sobredito golpe, liberais e globalizadores se apoderam, em definitivo, não apenas do governo, mas das instituições, regidos por um pensamento que contradiz a conservação das bases sobre as quais repousa a teoria do Estado nacional soberano.
Os danos do regime, das instituições da constituição, da soberania, do estado e do governo, graças ao golpe de Estado institucional, os autores...
tracking img