Direito

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 2 (295 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 5 de abril de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
Em tempos não muito remotos, o Marketing incentivava, por meio de propaganda e publicidade, o consumo de bens e serviços; e ainda que uma parcela da população não se rendesse atais apelos, com o passar do tempo, as pessoas foram se dando conta de que era preciso consumir, cada vez mais.
A compra, baseada até então, nas necessidades do indivíduo, foi sendosubstituída gradativamente pela compra por impulso, pela compra de ocasião, pelo preço baixo, pela pechincha, pelas liquidações - justificativas não faltavam para esses excessos.Assim, com a mídia mostrando que só quem consumisse estaria up e in, o número de consumidores foi aumentando, apoiado por uma legião de celebridades, formadores de opinião que passarama inundar as revistas de circulação nacional , além das telas de tv.
Respaldados pela auto-estima elevada, esses consumidores passaram a justificar seu excesso de consumo por meiode frases feitas ("eu mereço") e a corrida desenfreada pelo TER, continua ainda hoje.
Só que, ainda mais grave que os distúrbios provenientes de tal compulsão pela compra, temosvisto e observado, em camadas muito jovens da população, uma mudança perversa no desejo de ter: hoje é preciso "ter", mas ter ANTES de qualquer outra pessoa, seja do meu grupo socialou fora dele. Mais importante do que ter, é preciso ter primeiro que os outros.
Se por um lado, alguns segmentos (entre eles o da Moda),se beneficiam profundamente dessatendência, o que tem sido observado é um descarte muito rápido dos bens adquiridos, logo substituídos por outros e por outros e outros. Mais modernos, mais caros, mais fashion, de maiortecnologia, mais rápidos, mais potentes, mais chics, mais caros...enfim, todos os adjetivos são válidos na tentativa desenfreada de, buscar fora de si mesmo, a tão sonhada felicidade!
tracking img