Direito

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Uniderp
Anhanguera







Evoluções das Instituições e do Pensamento Político Brasileiro.








Curso de Direito 1º Semestre
Professor: Cezar Augusto
Turno: Noturno
Turma: N16






Campo Grande 02 de Abril de 2013



• Tópicos


• Instituições políticas do Brasil colônia (1500-1822)


• O pensamentopolítico no Brasil Colônia
• O pensamento político do Brasil Império


• Instituições política do Brasil Republica (1889 até hoje)
• Republica Velha
• Republica da Espada
• Republica Oligárquica
• A segunda república
• O estado novo
• A quarta república
• Regime militar
• A nova Republica


• O pensamento político do Brasil republica• Euclides da Cunha
• Oliveira Vianna e Alberto Torres
• Plínio Salgado (1895-1975)
• Miguel Reale (1910-2006)

















Introdução


O presente artigo pretende analisar um momento de mudança social na organização social e política do Brasil e pensar como as questões que surgiram na época foram abordadas pelos intelectuais que teorizavam sobre a sociedadenacional. A abordagem aqui centrar-se-á na hipótese da estruturação, nas políticas estatais pós-Revolução de 30, de uma cultura de direitos no Brasil. Será considerado que a centralização e a racionalização do Estado possibilitaram a consolidação e a expansão da cidadania moderna, ao menos nos espaços urbanos do país, promovendo uma ruptura, não completa, com a cultura privatista amplamentedominante no Estado brasileiro dirigido pelas oligarquias rurais, durante República Velha. Nas décadas de 20 e 30 intelectuais hoje considerados expoentes do Pensamento Social Brasileiro, tais como Oliveira Vianna, Sérgio Buarque de Hollanda, Gilberto Freire e Caio Prado Jr. [1], teorizaram sobre problemas referentes à formação social brasileira, que atrapalhavam a consolidação da política moderna nopaís. Estes eram provocados, respectivamente a cada autor, pelo aparelhamento do Estado para uso privado dos grupos rurais, que tinham seu padrão de conduta orientado pelo “espírito de clã; pelo o predomínio cultural das relações pessoais na mentalidade e nas práticas dos brasileiros, chamada também de cordialidade, que provocava fenômenos como o patrimonialismo; pela tradição de dominaçãopatriarcal-pessoal, que bloqueava o desenvolvimento das concepções de relações impessoais, típicas uma cultura de direitos; e pelas condições limitadas de uma ação coletiva popular no Brasil, desorganizada, inexperiente e sujeita à cooptação de seus líderes personalistas pelas classes dominantes.




















ANHAGUERA UNIDERP DE CAMPO GRANDE-MS


CURSO DEDIREITO
PROFESSOR: CEZAR AUGUSTO
TURMA: N16 TURNO: NOTURNO


ACADEMICO (A): RODRIGO PEREIRA DE REZENDE
RA: 6017374434
ACADEMICO (A): LUIS FERNADO FREITAS SARAIVA
RA: 6016355068
ACADEMICO (A): SHEILLA MARIA RODRIGUES
RA: 6059016540
ACADEMICO (A): HUGO ALEXANDRE
RA: 5945271745
ACADEMICO (A): CAMILA GABRIELLA DASILVA
RA: 6021277004
ACADEMICO (A):LARISSA VIEIRA DE LIMA
RA: 5945257848
ACADEMICO (A):JÉSSICA ANDRADE C PEREIRA
RA:6022369755
ACADEMICO (A): Letícia Escobar Silvestre
RA: 5951215785
ACADEMICO (A): Antonio Carlos Gonçalves Silva
RA:5945256154
ACADEMICO (A): Rebeca Mendes dos Santos
RA:6022364994





- InstituiçõesPolíticos do Brasil Colônia

Respondendo ao fracasso do sistema das capitanias hereditárias, o governo português realizou a centralização da administração colonial com a criação do governo-geral, em 1548. Entre as justificativas mais comuns para que esse primeiro sistema viesse a entrar em colapso, podemos destacar o isolamento entre as capitanias, a falta de interesse ou...
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