Diminuir impacto do petroleo

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C.E. SESI 397

GUSTAVO E. SILVA Nº 11
HUMBERTO F. LEME Nº 12
ISABELLE ALVES Nº 13
STANLEY R. BARBOSA Nº 25
TAYNAN M. SANTOS Nº 27

NOVAS TECNOLOGIAS PARA AJUDAR A DIMINUIR OS IMPACTOS CAUSADOS PELO PETRÓLEO
PROFESSOR HOSNEY

MAUÁ
2013
C.E. SESI 397

GUSTAVO E. SILVA Nº 11
HUMBERTO F. LEME Nº 12
ISABELLE ALVES Nº 13
STANLEY R. BARBOSA Nº 25
TAYNAN M. SANTOS Nº 27

NOVAS TECNOLOGIAS PARA AJUDAR ADIMINUIR OS IMPACTOS CAUSADOS PELO PETRÓLEO

Trabalho de Pesquisa apresentada na Disciplina de Química do Ensino Médio do C.E. SESI 397 sob orientação do Prof. Hosney.

MAUÁ
2013

Introdução
Este trabalho abordará tecnologias para diminuir os impactos causados pelo petróleo na natureza, dando enfoque especial nas soluções ao problema mais comum – e mais devastador – causado por esse óleo: osvazamentos acidentais.

Os acidentes: soluções emergenciais

* Vazamento de óleo na Baia de Guanabara

O vazamento de óleo na baía de Guanabara aconteceu na madrugada do dia 18 de janeiro de 2000, em virtude de um problema originado em uma das tubulações da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), foram lançados, algo em torno de 1,3 milhões de litros de óleo na Baía de Guanabara. 

A mancha de óleo seestendeu por uma faixa superior a 50 quilômetros quadrados, atingindo o manguezal da área de proteção ambiental (APA) de Guapimirim, praias banhadas pela Baía de Guanabara, inúmeras espécies da fauna e flora, além de provocar graves prejuízos de ordem social e econômica a população local.
As comunidades que tiravam seu sustento de atividades ligadas, direta ou indiretamente, aos recursos hídricos daBaía de Guanabara, tais como, a pesca e o turismo, foram muito prejudicadas, quer pela contaminação dos peixes e crustáceos, quer pela inviabilização do turismo pela poluição do ambiente.

O presidente da Petrobrás na época, Henri Phillipe Reichstul, admitiu a existência de falha no projeto de instalação do oleoduto PE-2, fato este, responsável pelo acidente com o óleo, que provocou toda espéciede prejuízos, tais como; a contaminação do espelho d´água da Baía de Guanabara, com reflexos na fauna nectônica e plantônica; a contaminação das areias, costões rochosos, muros de contenção, pedras, lajes e muretas das Ilhas do Governador e de Paquetá; danos à vegetação de mangue existente no entorno da Ilha do Governador; danos a avifauna; danos à comunidade bentônica em função da sedimentação doóleo no fundo da Baía; prejuízo às atividades pesqueiras; drástica redução das atividades turísticas da Ilha de Paquetá; entre outros.

Responsável pela refinaria Duque de Caxias (Reduc), a Petrobrás foi multada em R$94 mil. Metade do valor aplicado pela Feema e o restante pelo Instituto Estadual de Florestas. O valor da multa do Ibama, por sua vez, alcançou R$ 50.000.000,00 (cinqüenta milhões dereais). A Petrobrás, entretanto, foi beneficiada com um desconto de cerca de 30%, pelo pagamento antecipado da multa.
Os cerca de 600 pescadores que moram na região receberão da Petrobras apenas o reembolso do prejuízo material (com barcos, redes e equipamentos). O lucro cessante, equivalente ao dinheiro que deixarão de receber por terem de ficar 60 dias sem trabalhar, não vai ser ressarcido pelaempresa. A Petrobras vai deslocar 300 homens para a retirada do óleo. Os trabalhos devem durar 30 dias. Serão utilizados equipamentos como lanchas, rodos, travesseiros absorventes, etc.

A Petrobras criou desde o acidente nove centros de defesa ambiental em todo o país, sendo o primeiro na baía de Guanabara e o segundo em Macaé (RJ), base da principal região produtora de petróleo do país (baciade Campos). Entre os projetos que serão desenvolvidos, segundo Reichstul, está a instalação de sensores que irão monitorar permanentemente o volume de óleo existente nas águas da baía. Isso, segundo ele, permitirá maior rapidez para detectar vazamentos que venham a ocorrer.

* Vazamento no Golfo do México
O vazamento de óleo ocorrido no Golfo do México, em 2010, na plataforma da Deepwater...
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