Diferença entre gêneros masculino e feminino na educação

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA UNIDERP

TRABALHO DE

LETRAS PORTUGUÊS/ INGLÊS
E
PEDAGOGIA

Alunos:
Cleyson José da Silva – RA292748
Denise Solto Sá – RA308890
Domingos Conceição Silva RA307460
DavisonJaime Baia de Sousa – RA303755
Vamilson Lopes Baliero – RA303829

Orientação Profª Tutora:
Renata
Tucuruí - 2011-03-22
DIFERENÇA ENTRE GÊNEROS MASCULINO E FEMININO NA EDUCAÇÃO
As pessoas são ensinadas desde criança por suas famílias a fazer uma grande separação de gêneros bemclara. Quando a criança vai para a escola e começa a socializar-se com outras pessoas essa prática se reforça cada vez mais, pois como quase toda escola, há um retrocesso em matéria de igualdade de gênero e de maneira ainda inadvertida perpetua os estereótipos que pré-determinamos: papéis de mulher e homem.
Em um trabalho de pesquisa elaborado nos Estados Unidos há alguns anos listoucaracterísticas associadas pelos pais aos recém-nascidos. E elas variam conforme o sexo. Meninas recém-nascidas costumam ser definidas pelos pais no diminutivo. Elas são "fofinhas", "pequeninas", "delicadinhas". Já os meninos muitas vezes são descritos no aumentativo – "lindão", "fofão". Conforme as crianças crescem, diz o estudo, os pais – especialmente o pai – as estimulam a brincar com brinquedosespecíficos para cada sexo. O mesmo estudo descobriu que os pais passam mais tempo conversando com as filhas do que com os filhos, mas dão a elas menos autonomia do que a eles. Já em relação aos meninos, os pais reforçam o extravasamento de emoções, desde que não daquelas que possam ser tomadas como indicação de fraqueza. Na parte referente à conclusão, o trabalho sugere que os pais evitem tratarmeninos e meninas de forma diferente. "Os pais acabam desenvolvendo uma angústia tremenda quando o menino é visto penteando uma boneca", comenta o psiquiatra paulista Luiz Antônio Gonçalves, que trabalha há trinta anos com infância e adolescência. "E essa ansiedade é negativa."
É, pois, por meio das pesquisadoras americanas que o termo gênero passa a ser usado como distinto de sexo, procurando“insistir sobre o caráter fundamentalmente social das distinções fundadas sobre o sexo” (Scott, 1995, p.5). Assim, o foco das discussões muda. Nas palavras de Louro (2001):

“É necessário demonstrar que não são propriamente as características sexuais, mas é a forma como essas características são representadas ou valorizadas, aquilo que se diz ou se pensa sobre elas que vai constituir, efetivamente,o que é feminino ou masculino em uma dada sociedade e em um dado momento histórico” (p.21).

A questão do gênero não está sendo trabalhada nas reuniões pedagógica entre os professores de muitas escolas. Precisa se trabalhar para que quando encontrar-se em situações de preconceito, possam estar preparados para lidar com alunos que inconscientemente estejam agindo de forma preconceituosa:fazendo diferença, ou ate separação de gêneros. Infelizmente muitos professores não reconhecem que, a escola não tem uma política dirigida a mudar os papeis pautados em matéria de gênero porque não e visto como um tema problemático.
Deve-se, então, criar um programa educativo que inclua a questão do gênero como desafio ético, este programa deve estabelecer que os alunos sejam sujeitos dedireito a direito á educação, e garantir o acesso de todos a uma cultura geral e plural. Precisa se trabalhar a construção de cidadania, onde é abordada a identidade do gênero, os papéis dentro da escola, a construção social do masculino e feminino, os papeis na família, os estereótipos e a descriminação, a mulher e o homem no trabalho.
Tabela: Locais que mais abrigam as pesquisadoras que...
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