Diario reflexivo

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2º Ciclo - Educação Pré-escolar e
Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico
Metodologia da Educação Pré-Escolar II
1 Ano/ 2º Semestre
2010//2011

Diário Reflexivo
Nº 2

Docente:
Odília Castro

Discente:
Petra Raquel Gomes Spínola n.º 2002110

Funchal, 15 de Maio de 2011
Semana 9 a 13
Iniciámos a semana de estágio supervisionado com a intervenção da aluna responsável pelo grupo: AnaCamacho e a aluna ajudante: Petra Spínola. Assim a aluna responsável organizou o grupo no tapete e iniciou a rotina pedagógica, como a colocação das datas e meses, pelo chefe do grupo. Tivemos uma conversa informal com as crianças sobre as aprendizagens que gostariam de desenvolver na semana seguinte, pelo que muitas quiseram participar e dar opiniões sobre o que gostariam de desenvolver, tal comoum álbum.
Assim iniciámos o primeiro dia de estágio, antes de irem lanchar algumas crianças revelaram que gostariam de dramatizar situações familiares, neste dia, na área do faz-de-conta. Deste modo, após o lanche, foi reunido o grupo de forma a ficarem todos virados para a área do “faz-de-conta”, cinco crianças ofereceram-se para representarem um teatro com os diferentes elementos da família.As crianças reuniram-se em grupo e decidiram quem é que iriam interpretar, promovendo o papel democrático e o desenvolvimento pessoal e social entre as crianças.
Assim que começaram a representar, as crianças estavam desorganizadas e não tinham qualquer fala, fazendo com que as restantes crianças que assistiam ficassem desinteressadas no tema. Deste modo, foi sugerido que os adultos presentesrepresentassem primeiro uma situação quotidiana familiar, para que as crianças melhor entendessem o que era uma dramatização. As crianças assistiram interessadas e conseguiram compreender alguns aspectos inerentes à dramatização, tornando a tarefa mais fluente no desenrolar no tema.
De acordo com isto, o modelo High/Scope refere que durante as actividades o educador deverá estar em alerta e pronto aoferecer apoio emocional e físico para as crianças. Bem como explorar o ambiente ao seu próprio ritmo, participar nas acções das crianças, brincadeiras, dando apoio a estas se necessário e ajudar as crianças na resolução de problemas.
Todas as crianças quiseram participar, exceptuando uma delas que quis permanecer no tapete, e cada uma delas tinha um papel activo quanto á construção da suapersonagem, e ao desenrolar dos acontecimentos. Foi perguntado à criança que permaneceu no tapete o que gostaria de fazer, contudo, esta não estava receptiva e queria apenas ficar no tapete, não insistimos e deixámos que a criança assistisse, de longe, a dramatização.
Esta actividade permitiu a uma participação activa, de forma a todas inserirem-se num grupo, respeitando a pluralidade de todas,contribuindo para a igualdade de oportunidade. A dramatização permitiu também, desenvolver a expressão oral e corporal de forma a compreenderem aquilo que se passa de volta destas, despertando a curiosidade sobre o que as rodeia (anexo 1).
No dia seguinte, numa fase introdutória, revemos alguns aspectos básicos inerentes à palavra família e o conceito “árvore genealógica”, na sua maioria referia estaúltima como “árvore da família”, pelo que foi explicado que ambos os conceitos eram a mesma coisa. Deste modo, verificámos o conhecimento das crianças acerca dos conceito de família, seja biológica ou não, os graus de parentesco, foi possível trabalhar os antepassados das crianças, o conceito de novo e velho, tudo isto através do diálogo. De forma a reforçar o debate, foi contado uma históriasobre adopção, utilizando recurso de imagens de umas tartarugas, fomentando o debate acerca das famílias de coração e não de sangue.
Neste momento também foi mostrado alguns álbuns trazidos por nós, pela educadora e por algumas crianças. Com esta actividade pretendeu-se que as crianças iniciassem a pesquisa com a cooperação dos encarregados de educação, como as fotografias dos álbuns e fontes...
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