Diagnosticos de enfermagem

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  • Publicado : 21 de outubro de 2012
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Diagnósticos de Enfermagem
A. Limpeza ineficaz da via aérea devida à broncoconstrição, maior produção de muco, tosse ineficaz, possível infecção broncopulmonar.
B. Padrão respiratório ineficaz devido à limitação crónica do fluxo de ar.
C. Risco de infecção devido ao comprometimento da função pulmonar e dos mecanismos de defesa.
D. Alteração da troca gasosa devida à obstruçãopulmonar crónica; alterações na ventilação/perfusão.
E. Nutrição alterada: menor que as necessidades do organismo devida ao aumento no trabalho respiratório, deglutição de ar, efeitos da medicação.
F. Intolerância à actividade devida ao comprometimento da função pulmonar, o que resulta em falta de ar e fadiga.
G. Distúrbio do sono devido à hipoxémia e hipercapnia.
H. Deficiênciaindividual de como lidar com a doença, devida ao stress de conviver com uma doença crónica.
Intervenções de Enfermagem
A. Melhorar a limpeza da via aérea
1. Eliminar todos os irritantes pulmonares, em especial o fumo de cigarro..
a. De maneira geral, a interrupção do tabagismo diminui a irritação pulmonar, a produção de secreção e tosse.
b. Manter o aposento do paciente o mais livre possível depoeira.
c. Acrescentar humidade ao ambiente interno (humidificador, vaporizador)
2. Administrar broncodilatadores para controlar o broncoespasmo e ajudar na eliminação de secreção.
a. Investigar efeitos colaterais – tremor, taquicardia, arritmias cardíacas, estimulação do sistema nervoso central, hipertensão.
b. Auscultar o tórax após a administração de aerossóis broncodilatadores paraverificar a melhoria da ventilação e redução dos sons adventícios.
c. Observar se a dispneia do paciente melhorou.
d. Monitorizar o nível sérico de teofilina, conforme solicitado, para assegurar o nível terapêutico e impedir a toxicidade.
3. Realizar a drenagem postural para ajudar na eliminação das secreções, visto que aquelas mucopurulentas são responsáveis pela obstrução da via aérea.
4. Utilizar atosse controlada.
5. Manter as secreções liquefeitas.
a. Incentivar um grande consumo de líquidos (2 a 2,5 L diários), dentro do nível da reserva cardíaca.
b. Realizar nebulizações para humidificar a árvore brônquica e liquefazer o escarro.
c. Evitar lacticínios se estes aumentam a produção de secreção.
B. Melhorar o padrão respiratório
1. Ensinar e supervisionar os exercícios dereeducação da respiração para reforçar o diafragma e os músculos da expiração, com o objectivo de diminuir o trabalho respiratório.
a. Ensinar a respiração costal inferior, diafragmática e abdominal lenta e relaxada para diminuir a frequência respiratória e o gasto de energia na ventilação.
b. Treinar a respiração contra os lábios fechados em intervalos e durante os períodos de dispneia para controlar afrequência e a profundidade da respiração e melhorar a coordenação dos músculos respiratórios.
2. Discutir e demonstrar os exercícios de relaxamento para diminuir o stress, a tensão e a ansiedade.
3. Incentivar o paciente a adoptar uma posição confortável para diminuir a dispneia.
C. Controlar a infecção
1. Identificar as primeiras manifestações da infecção respiratória – dispneiacrescente, fadiga; alteração na cor, na quantidade e no tipo do escarro; nervosismo; irritabilidade; febrícula.
2. Obter escarro para esfregaço e cultura.
3. Administrar os antibióticos prescritos para controlar infecções bacterianas secundárias na árvore brônquica, limpando assim as vias aéreas.
D. Melhorar a troca gasosa
1. Observar e comunicar sonolência excessiva, agitação, agressividade,ansiedade ou confusão; cianose central; e falta de ar em repouso, que frequentemente é causada pela insuficiência respiratória aguda e pode assinalar uma falência da respiração.
2. Rever as gasometrias arteriais; anotar os valores em um fluxograma para que possam ser feitas comparações no decorrer do tempo.
3. Administrar um baixo fluxo de oxigénio conforme prescrito para corrigir a hipoxémia de...
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