Diagnostico molecular

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09/10/2012

Diagnóstico molecular e a prática mé

Diagnóstico molecular
Uso das técnicas de biologia molecular para fazer ou confirmar o diagnóstico
doença genética, presença de microrganismos, ....

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09/10/2012

Principais técnicas usadas para diagnóstico molecular
PCR e suas variações
RT PCR PCR em tempo real
Genotipagem Expressão

Sequenciamento RFLP Southern blot (maisantigo)

Aplicações da PCR - diagnóstico de Doença de Huntington
Características clínicas doença neurodegenerativa progressiva com alterações motoras, cognitivas e psiquiátricas primeiras manifestações: coordenação, planejamento mental, humor deprimido ou irritado problemas motores marcantes no último estágio, total dependência no final da vida início entre 35- 44 anos (50 anos) sobrevida emtorno de 15-18 anos (média de idade no óbito: 54-55 anos) prevalência 3-7/100.000 entre descendentes de europeus

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09/10/2012

Aplicações da PCR - diagnóstico de Doença de Huntington
Diagnóstico
Suspeita clínica História familiar positiva Análise molecular (98,8% de sensibilidade)

Padrão de herança
Autossômico dominante, com antecipação

Aplicações da PCR - diagnóstico de Doença deHuntington
Aspectos moleculares

Símbolo gênico

Locus

Proteína

HD

4p16.3

Huntingtina

* HD é um gene de ~ 200kb, 67 exons e produz dois transcritos: um de 10,3 kb e outro de 13,6 kb. O gene possui uma repetição do trinucletídeo CAG no exon 1, codon que codifica glutamina. A proteína huntingtina tem 3144 aa, e sua função não está ainda bem esclarecida.

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09/10/2012Aplicações da PCR - diagnóstico de Doença de Huntington
Aspectos moleculares
Origem: expansão de trinucleotídeos CAG no 1º exon, em pelo menos um cromossomo, em 100% dos pacientes.

O resíduo de poliGLN expandido parece ser importante em interações proteína-proteína, que podem contribuir para a formação de complexos insolúveis e/ou tóxicos: apoptose.

Aplicações da PCR - diagnóstico de Doençade Huntington
Expansão de trinucleotídeos CAG e manifestação da doença:

-10 a 26 repetições: alelos normais; - 27 a 35 repetições: alelos intermediários; prémutação; - 36 a 121 repetições: alelos mutados, manifestação da doença (ganho de função); - 36 a 41 repetições : pode ter não manifestar (penetrância reduzida).

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OBS: expansão mais comum em homens; antecipação comtransmissão paterna

Aplicações da PCR - diagnóstico de Doença de Huntington
Perfeita correlação genótipo-fenótipo, também relacionada a idade de início.

Teste molecular utilizado para diagnóstico e aconselhamento

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Aplicações da PCR e sequenciamento - Diagnóstico molecular da síndrome polipose juvenil
Características clínicas formação de pólipos do tipo hamartomas notrato gastrintestinal (estômago, intestino delgado, colo e reto) pólipos pedunculados ou não número variável de pólipos (~5 a 100) idade precoce de início do aparecimento (~20 anos) podem causar sangramento e anemia quando não tratados maioria benigna, mas pode malignizar (9-50% dos casos) prevalência: 1/16.000 – 1/100.000

Aplicações da PCR e sequenciamento - Diagnóstico molecular da síndromepolipose juvenil

Diagnóstico
suspeita clínica:
> 5 pólipos colorretais múltiplos pólipos juvenis no trato GI qualquer número de pólipos juvenis + HF da síndrome

confirmação por análise patológica análise molecular dos genes MADH4 e BMPR1A

Padrão de herança
Autossômico dominante

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Aplicações da PCR e sequenciamento - Diagnóstico molecular da síndrome poliposejuvenil

Símbolo gênico BMPR1A

Locus cromossômico

Proteína

10q22.3

Bone morphogenetic protein receptor type IA

MADH4

18q21.1

Mothers against decapentaplegic homolog 4

• MADH4 codifica um mediador intracelular da família TGF-β, enquanto BMPR1A codifica um receptor de superfície celular. BMPR1A forma oligômeros com várias MADHs, os quais se ligam a MADH4. Este complexo se liga...
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