Despertada

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AWAKENED (DESPERTADA) CAPÍTULO 26
Tradução Livre de Lisetty Todos os direitos reservados a PC Cast e Kristin Cast Copyright © 2011 by P. C. Cast and Kristin Cast. All rights reserved.

Tradução : Elisa Tresvisan

CAPITULO UM NEFERET

Neferet acorda em sua cama com certa irritação e procura tocar Kalona. Mas o braço que ela toca, por mais musculoso que seja não é de Kalona. E esse toquefoi tudo o que precisou para que esse homem virasse para ela ansiosamente. Mas ele a irritava. Todos eles a irritavam, porque eles não eram ele. “Deixe-me…Chronus” Neferet teve que pausar e procurar na sua memória para lembrar o nome ridículo e ambicioso dele. “Minha Deusa, eu fiz algo para lhe desagradar?” Neferet olhou pra ele. O jovem Guerreiro de Erebus estava inclinado na cama ao lado dela.Seu rosto bonito se abriu sua expressão disposta, seus olhos água-marinhos eram tão espetaculares no seu quarto quanto eram mais cedo naquele dia quando ela o viu treinar. Ele tinha despertado desejos nela então, e apenas com um olhar convidativo ele foi até ela por vontade própria. E futilmente, mas também ansiosamente, ele tentou mostrar que ele era Deus mais do que apenas em seu nome. O problemaera que Neferet dormiu com um imortal, e ela sabia intimamente o tanto que esse Chronus era um impostor. “Respira” Neferet disse entediada. “Respira Deusa?” As suas sobrancelhas – decoradas por uma tatuagem que deveria representar força física, mas que para Neferet parecia mais com os fogos de artifício do dia 4 de Julho (dia da independência dos EUA) – franziram em jeito de confusão. “Vocêperguntou o que fez para me desagradar e eu te disse. Você respira. E muito próximo a mim. Isso me desagrada. É hora de partir da minha cama” Neferet suspira e abana seus dedos o dispensando. “Vá agora” Ela quase riu com a expressão de choque e mágoa nele. Será que ele realmente achou que poderia substituir seu consorte divino? Esse pensamento aumentou sua raiva. Nos cantos de sua câmara, sombras dentrodas sombras tremiam em antecipação. Isso a agradava. “Chronus, você me distraiu. E por um pequeno tempo você me deu um pouco de prazer” Neferet o tocou novamente, dessa vez não tão gentilmente. Seus dedos deixaram marcas no seu braço. O jovem guerreiro não se encolheu ou tirou seu braço, ao invés disso ele tremeu com seu toque e sua respiração aumentou. Neferet sorriu. Ela sabia que ele precisavade dor para sentir desejo no momento em que seus olhos encontraram com os dela. “E lhe daria mais prazer se você me permitisse” Ele disse.

Neferet sorriu, ela molhou seus lábios enquanto ela o via olhar pra ela. “Talvez no futuro, talvez. O que eu necessito de você agora é que me deixe. E é claro, que continue a me reverenciar”. “Quando poderei mostrar o quanto eu a reverencio… novamente?” Aultima palavra foi dita como uma caricia. E enganosamente, ele procurou tocá-la, como se fosse seu direito a tocar. Como se os desejos dela fossem menos importantes do que as necessidades e desejos dele. Um pequeno eco do passado de Neferet, uma época que ela achou ter enterrado junto de sua humanidade saiu de suas memórias. Ela sentiu o toque de seu pai e até sentiu o cheiro de álcool em suarespiração, assim que a sua infância invadia seu presente. A resposta de Neferet foi instantânea. Ela levantou sua mão do Chronus e tocou as sombras que estavam em sua câmara. As trevas responderam ao seu toque até mais rapidamente do que Chronus. Ela sentiu o frio firme e se banhou na sensação especialmente quando baniu suas memórias. Com um movimento despreocupado ela lançou as trevas em Chronus,dizendo “Se é dor que você procura, então experimente o meu fogo frio”. As trevas que Neferet jogou em Chronus penetrou sua pele jovem ansiosamente, cortando em fatias vermelhas o braço que ela acariciou. Ele gemeu, apesar de dessa vez ser mais de medo do que de paixão. “Agora faça como eu comando. Deixe-me. E lembre-se jovem guerreiro, uma Deusa escolhe quando, onde e como ela é tocada. Não se...
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