Desigualdade social

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RELATORIO FINAL

A desigualdade e a invisibilidade social na formação da sociedade brasileira

Trabalho apresentado à disciplina de Psicologia, pelos alunos:
Felipe Alexandre de Nóbrega-RA 402905Rogéria Moura de Brito-RA 404570
Liriane Ribeiro Souza – RA 404521
Rafaela Silveira LOT-RA 404370



Polo Bauru 2013
“A moral e os costumes que dão cor à vida têm muito mais importânciado que as leis, que são apenas umas das suas manifestações. A lei toca-nos por certos pontos, mas os costumes cercam-nos por todos. “Os lados, enchem a sociedade com o ar que respiramos. “Fernando Braga da Costa (Psicólogo).”

* Introdução:
O trabalho a seguir, tem como objetivo demonstrar como os seres humanos estão cada vez mais se esquecendo de valores, como amor ao próximo,companheirismo, amizade e estão se deixando se levar por um mundo capitalista onde todos nós se tornamos escravos do dinheiro. Pessoas acabam se conformando com as diferenças sociais, com suas dificuldades de tanto que se tornaram oprimidos pela classe dominante.
O conceito de Invisibilidade Social tem sido aplicado, em geral, quando se refere a seres socialmente invisíveis, seja pela indiferença, sejapelo preconceito, o que nos leva a compreender que tal fenômeno atinge tão somente aqueles que estão à margem da sociedade.
O objetivo é mostrar o sofrimento psíquico enfrentado pelos sujeitos socialmente excluídos, sobretudo trabalhadores que desenvolvem um trabalho considerado desqualificado e socialmente rebaixado o que poderíamos chamar de trabalhadores braçais relatos de uma humilhaçãosocial, a invisibilidade pública vivida por estes trabalhadores. São Paulo, Cidade Universitária, ano de 1994. Fernando Braga da Costa era aluno do segundo ano do curso de Psicologia da Universidade de São Paulo e teve uma tarefa: acompanhar, por um dia, o cotidiano de um grupo de trabalhadores.
Ele escolheu os garis, que todos os dias varrem as calçadas e ruas e esvaziam as lixeiras do campus damaior universidade brasileira. Desde então, há 10 anos, o aluno, hoje psicólogo clínico e doutorando pela mesma universidade se veste semanalmente de gari para ouvir os relatos de seus companheiros e sentir na pele a humilhação social sofrida por eles. A experiência e as diversas histórias reunidas viraram tema de seu mestrado e chega aos leitores no livro Homens Invisíveis - Relatos de umahumilhação social.

* Desenvolvimento:
Na visão social econômica: Não há memoria para aqueles a quem nada pertence. Frase dura porem verdadeira, a diferencia entre as pessoas assalariadas (empregados) que se mostram oprimidos pelos baixos salários, porém no mundo capitalista de hoje só devem trabalhar sem se manifestar, fica evidente como o ser humano se tornou escravo do dinheiro: QUEM TEM MAIS PODEMAIS. As queixas são claras e reais, o medo de adoecer e precisar se afastar do trabalho, necessitar de ajuda, atormentam estes trabalhadores que se contentam em ter saúde para poder trabalhar e dar o mínimo para sua família, estes trabalhadores se tornam escravos de si mesmo de seus medos e suas debilidades.
O mais impressionante é que acreditam que tudo vai melhorar, que tudo poderia ser pior evão levando suas vidas da forma que dá, acreditando que tendo saúde já esta bom, a esperança de uma vida melhor os fazem seguir e lutar.
As praças se tornaram pontos de ônibus, onde trabalhadores sobem e descem como homens em marcha, pois as árvores e terras que antes serviam de diversão e descanso para várias famílias estão cada vez mais desaparecendo, perdendo seu espaço para cimentos e...
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