Desenvolvimento

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ACADÊMICOS:



ARLINDO JOSÉ DE AGUIAR - RA: 202946

BRUNA ALMEIDA DE ARAÚJO - RA: 241897

CRISTINA GUERREIRO ARAÚJO - RA: 204552

JOYCE BEZERRA GOMES - RA: 203570

SIDNEI DA SILVA TELES - RA: 203006





DISCIPLINA: ÉTICA PROFISSIONAL





LUCÉLIA/ SÃO PAULO

2011











Código ético-profissional doAssistente Social brasileiro

O Assistente Social é um trabalhador assalariado e qualificado que depende da venda de sua força de trabalho especializada para a obtenção de seus meios de vida. Seus empregadores estatais e privados detêm o controle das condições necessárias à realização do trabalho profissional. Assim as alterações no “mundo do trabalho” e nas relações entre Estado e a sociedade,resultando na radicalização da questão social, atingem diretamente o trabalho cotidiano do Assistente Social.

Embora o Assistente Social disponha de uma relativa autonomia na condução de seu trabalho, o que lhe permite atribuir uma direção social ao exercício profissional, os organismos empregadores interferem no estabelecimento de metas a atingir. Eles detêm o poder para normatizar as atribuições eas competências específicas requeridas de seus funcionários, definem as relações de trabalho e as condições de sua realização, salários, jornada, intensidade do trabalho, direito e benefícios, oportunidades de capacitação e treinamento, além de fornecerem os recursos materiais, financeiros, humanos e técnicos, o que incide no resultado e conteúdo do trabalho. É nesse terreno de tensões econtradições sociais que se situa a atividade profissional do Assistente Social.

Não há uma identidade imediata entre a intencionalidade do projeto profissional e os resultados derivados de sua efetivação. Para decifrar esse processo e necessário entender as medicações sociais que atravessam o campo de trabalho do Assistente Social.

No Brasil, onde o trabalho do Assistente Social direciona-seprincipalmente a prestar serviços ao Estado, subverte-se o preceito constitucional, sendo que ao invés do direito constitucional impor e orientar a distribuição de verbas orçamentárias, o dever legal passa a ser submetido à disponibilidade de recursos. São as definições orçamentárias que se tornam parâmetros para a implementação dos direitos sociais, justificando as prioridades governamentais. A leiturados orçamentos governamentais, apreendidos como uma peça técnica silencia os critérios políticos que norteiam a eleição de prioridades nos gastos. A viabilização dos direitos sociais pauta-se segundo as regras de um “livro-caixa”, do balanço entre crédito e déficit no “cofre do governo”.

Porém, o Assistente Social mesmo vinculado aos seus empregadores estatais ou privado, deve saber “contornar” oque lhe é atribuído por eles como norma e função, estabelecendo para tanto uma base realista de trabalho, com idéias inovadoras, utilizando-se de formas de agir que as viabilizem, privilegiando a construção de estratégias, técnicas e formação de habilidades, centrando-se no “como fazer”. A profissão é voltada à intervenção no social, portanto, o usuários, principais interessados, devem seresclarecidos e chamados à entender o que é proposto pelo profissional, a opinar, a participar e mesmo a questionar seus direitos. O “novo” deve ser o compromisso com a prevalência do debate público e da participação democrática, que abre caminhos para que os cidadãos organizados interfiram e deliberem nas questões de interesse coletivo.

O cenário contemporâneo para o Assistente Social exige aconstrução de uma nova forma de fazer política social, que impregne sua formação e seu trabalho, capaz de acumular forças na construção de novas relações entre o Estado e a sociedade civil, que reduzam a distância entre o desenvolvimento econômico e o desenvolvimento social, entre o desenvolvimento das forças produtivas e das relações sociais. .

O Assistente Social de hoje, ao sair das faculdades...
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