Desenvolvimento local

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Desenvolvimento Econômico Local


SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO 3

2 DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO LOCAL 4

3 CONCLUSÃO 8

4 REFERÊNCIA 9



1 INTRODUÇÃO
O conceito de Desenvolvimento Local Sustentável surgiu como um novo paradigma de desenvolvimento que começou a amadurecer a partir da década de 70 e consolida-se e oficializa-se como proposta dominante propõe a revisão do modelo economicistae fundamenta-se na descentralização das decisões e no estímulo à participação dos atores sociais na definição dos rumos econômica e social do território ao qual pertencem.
A indução do desenvolvimento local é uma estratégia de antecipação da mudança e instalação de processos de reestruturação econômica e social. É uma política feita de e para o âmbito local. Baseia-se em novasformas organizativas substancialmente diferentes das políticas de desenvolvimento tradicionais. São políticas que deveriam ser, essencialmente, políticas públicas. A questão do desenvolvimento, tanto local quanto regional e nacional, tem sido tema de discussões em diversas áreas do conhecimento, todas debatendo e trazendo à tona teorias e pressupostos do desenvolvimento em suas diferentesdimensões.
O propósito do desenvolvimento econômico local é construir a capacidade econômica de uma determinada área para melhorar sua perspectiva econômica e a qualidade de vida de todos. Este é um processo pelo quais os parceiros públicos, o setor empresarial e os não governamentais trabalham coletivamente para criar condições melhores ao crescimento econômico e geração deemprego.
Objetivos As políticas públicas visam responder a demandas, principalmente dos setores marginalizados da sociedade, considerados como vulneráveis. Essas demandas são interpretadas por aqueles que ocupam o poder, mas influenciadas por uma agenda que se cria na sociedade civil através da pressão e mobilização social.






















2 DESENVOLVIMENTO ECONÔMICOLOCAL

A partir da década de 1970 a reestruturação capitalista e a crise dos estados nacionais influenciaram nos rumos dos processos de desenvolvimento do Brasil e do mundo inteiro. Seja qual for o foco de análise adotado, bem como sua perspectiva teórica, insistimos no fato que a reestruturação capitalista, instaurada em 1970 e levada a cabo nos anos de 1980, intensificada nos anos de 1990 efazendo sentir sua conseqüência nos anos 2000 envolveria, portanto, todo o processo produtivo em nível tecnológico e organizacional; as relações de trabalho, isto é, os modos de contratação, de uso e remuneração da força de trabalho, assim como as políticas do Estado, que foi um dos pilares do modo de regulação anterior. Estaríamos, ao lado dos aspectos econômicos, também diante de uma crise devalores. Houve, portanto, um esgotamento da capacidade de aumentar a produtividade com a base técnica do fordismo: tornou-se incompatível assegurar aumento da acumulação com aumentos salariais e bens sociais. Instaurou-se, então, a famosa crise dos anos 1970 com algumas características marcantes e resoluções práticas que foram, efetivamente, tomadas no sentido de tentar resolver os problemas advindosda crise.

Na tentativa de solução, as empresas buscaram melhores condições de exploração das oportunidades organizacionais e tecnológicas, oferecidas pelo avanço da automação baseada na microeletrônica, e pelos novos modos de “produção flexível”. Houve também todo o movimento de enriquecimento das tarefas e dos grupos de trabalho semi-autônomos. O que, na prática, significou umaintensificação do trabalho.

Desta forma, muitos Estados nacionais vêem-se obrigados a promover, em nome da concorrência e da atração de investimentos, na tentativa de gerar emprego e renda, o rebaixamento de seus padrões e condições de trabalho, seja para garantir a permanência de muitas indústrias em seu território, seja no sentido de facilitar, ainda mais, a entrada de grandes empresas que, cada vez...
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