Desenvolvimento historico do estado

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CIÊNCIA POLÍTICA - Desenvolvimento histórico do Estado

EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO ESTADO

- Egípcios, babilônicos, persas, assírios
IDADE ANTIGA - Estado Teocrático
3000 a. C. até - Israel
queda de Roma - Grécia (Polis)
476 d. C. - Roma (Civitas)
(invasão bárbara, queda do Império Romano).
IDADE MÉDIA - feudalismo
476 d. C. – 1492 - Igreja Romana
- Absolutismo(Revolução Francesa, marco na reação contra o absolutismo).
(Iluminismo, Renascença, Reforma).
IDADE MODERNA - Revolução Francesa (Revoluções Burguesas)
-                                                                                            Estado Liberal
-                                                                                            Estado Social
1917: RevoluçãoRussa – Estado Socialista
Década de 30 – Estado nazista
- Estado fascista
(Totalitários ou autoritários)

ESTADO ANTIGO
- Origem violenta.
- Território indefinido, aumentava ou diminuía de acordo com o sucesso nas guerras.
- População heterogênea, pois, devido às guerras ela era formada pelos povos conquistados e escravizados, além da população de origem.
- Poderconcentrado em uma só pessoa que retinha funções políticas, religiosas, jurídicas e militares.
- Sociedade dividida em castas incomunicáveis

Exemplos do Estado antigo são Israel, Roma e Grécia.

ISRAEL
- Estado que se diferenciou dos outros por já possuir uma noção de Direitos Humanos, concedendo direitos a povos escravizados e conquistados o que na maioria dos Estados não acontecia. Osmandamentos dados a Moisés delimitavam a conduta do chefe e seus poderes, ele seria chefe apenas militar e civil, mas não religioso por não possuir o poder divino. Quem detinha o poder religioso eram os profetas que tinham o respeito da comunidade, previam situações e eram inclusive consultados pelos reis. Este dualismo entre os reis e os ensinamentos dos profetas limitava o poder do rei.

ESTADO GREGO- Origem nas famílias, denominadas genos. As genos formavam fratrias e estas as tribos.
- Estado-cidade, era fundado num conceito de polis, o raio de ação do Estado era limitado ao território da cidade e a atividade política não se estendia aos cidadãos que não se encontravam no Estado. A democracia grega, tão falada, é um mito, pois era um Estado em que nem toda a população era consideradacidadã e podiam participar da vida política, como os escravos e as mulheres que não tinham direitos políticos e nem jurídicos.
- Base econômica escravocrata, havia ausência de relações comerciais efetivas.
Colaborações:
- Temporariedade do exercício das funções, servindo de respaldo aos moldes modernos.
- Início da participação popular, do cidadão. Os órgãos não eram unipessoais.Aristóteles afirmou a importância de que as Cidades-estados fossem autarquias, ou seja, órgãos públicos descentralizados e com autonomia financeira – noção incipiente de soberania.

ESTADO ROMANO
Escravista. Aristocracia latifundiária, dado em que se baseava a estabilidade do Império.
Iniciaram sua história como uma monarquia (753 – 509 a.C.), experimentaram a República (509 – 27 a.C.) eterminaram sob um império despótico (27 a.C. – 476 d.C.). O Império costuma ser divido em Alto Império (principado) e Baixo Império (Dominato).
Parte do conceito de civitas, formadas pelos clãs chamados gens, no plural “Gentes”. Mesmo quando sob a noção de Império não perdeu o caráter municipalista – “Estado-cidade”.
Estado de origem familiar (patriarcal), o pater familias tinha poderes sobre afamília, o que acabou gerando a divisão em classes da sociedade. O pater era o chefe da gens.
PATRÍCIOS: camada superior da sociedade. Pertenciam a famílias oriundas da cidade romana, do mesmo pater, da mesma gens, vinham de um antepassado comum de origem “nobre”. Eram a classe privilegiada, participavam do poder e não pagavam impostos.
CLENTES: eram dependentes das famílias patrícias, em troca...
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