Desenvolvimento economico local

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
ADMINISTRAÇÃO BACHARELADo















DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO LOCAL

















Sete Lagoas
2012


SIMONE PEREIRA DOS SANTOS

















DESENVOLVIMENTO ECONOMICO LOCAL









Trabalho apresentado ao Curso ADMINISTRAÇÃO BACHARELADOda UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as diciplinas integradas ao primeiro semestre do curso de Administração: Teorias da Administraçã l, Comunicação e Linguagem,Sociologia e Filosofia.


Prof. Samara Headley


Prof. Marcelo SilveiraProf. Wilson Sanches

Prof. Márcia Bastos





Sete Lagoas

2012



Introdução



O processo de crescimento econômico das cidades, de uma maneira geral, é marcado por vários estágios nos quais empresas de setores divergentes assumem a liderança sócio-econômica e impulsionam o crescimento local emperíodos diferentes de tempo.





1.a) Analisando mais precisamente a reestruturação capitalista e a crise dos estados nacionais:

Reestruturação capitalista - A partir da década de 80 a classe trabalhadora sentiu um golpe significativo que redesenhou seu perfil. Uma gigantesca implantação de inovações tecnológicas possibilitou às fábricas uma diminuição considerável nos números deseus quadros de operários. Sofreram mais com tal mudança aqueles operários, homens e mulheres, cuja pouca capacitação os habilitava apenas ao desempenho de trabalhos braçais, trabalhos este que doravante seria atribuído às máquinas. Além disso, nos anos 80 a indústria mundial retraiu-se não mais repetindo aquele crescimento que a caracterizara nas décadas anteriores. Somando-se estes fatorestivemos como conseqüência imediata o desemprego e frente a isso a instabilidade profissional daqueles que apesar de tudo conseguiram manter seus postos de trabalho, postos estes que agora era almejado por um número cada vez maior de pretendentes.

Esta divisão da classe trabalhadora entre empregados e desempregados minou a histórica unidade que ela possuía, e mesmo no meio daqueles trabalhadores queconseguiram permanecer em seus postos surgiu uma classe privilegiada nos postos de chefia que marcava uma diferença até econômica em relação aos trabalhadores dos cargos subalternos. Estes dois fatores provocaram um enfraquecimento do sindicalismo e subseqüentemente a diminuição da representação política das classes trabalhadoras.

Além destes aspectos que debilitaram o movimento trabalhista,de todos os matizes, e por extensão comprometeram os Estados Nacionais, os acontecimentos que marcaram a crise dos anos 1970 acabaram por colocar os trabalhadores contra o Estado. Isto porque, no importante período de políticas keynesianas e de welfare state , a mediação do Estado se encarregou de construir uma nova relação entre trabalho e capital. Na verdade, muitas vezes esta relação foi maisque mediada; foi assumida pelo Estado.

A importância disto não está apenas no plano político, mas também no plano ideológico. O choque de interesses que animava hostilidades de classe entre patrão e empregado, quando a relação entre estes era direta, foi arrefecendo, na medida em que os embates passaram a mover os trabalhadores contra o Estado que lhes fixava o salário de inserção/mínimo, astaxas de correção salarial, os tributos impopulares, as aposentadorias e pensões iníquas, as leis consideradas injustas. Essa situação de animosidade passou a acompanhar os trabalhadores e cresceu, na medida em que o Estado não só lhes frustrava a expectativa quanto ao salário direto, como também quanto ao salário indireto, expresso na saúde, na educação, no transporte, na habitação públicas,...
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