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PODER POLITICO
Uma vez q todos recorrerem ao poder para conseguir seus objetivos, eles se tornaram atores na cena da política internacional. Desse conceito de política internacional decorrem 2 conclusões. 1° nem toda ação q 1 pais desenvolva com respeito a um outro será de natureza política. 2° nem todas as nações estão, o tempo todo, em maior ou menor grau, engajadas em atividades de políticainternacional. Em resumo a relação das nações com a política internacional apresenta uma qualidade dinâmica, q se modifica como decorrência das vissitudes do poder, e q pode trazer uma nação para a frente da ribalta da luta pelo poder, ou arrancar d uma outra nação a capacidade d participar ativamente. Ela pode modificar-se igualmente sob o impacto d transformações culturais, q podem levar umanação e buscar outras áreas preferenciais, como o comercio, por exemplo, em detrimento do poder. Ao falarmos de poder , queremos significar o controle do homem sobre as mentes e ações de outros homens. Por poder político, referimo-nos as relações mutuas d controle entre os titulares d autoridade publica e entre os últimos e o povo d modo geral. O poder político consiste em uma relação entre os que oexercitam e aqueles sobre os quais ele é exercido. Ele faculta aos primeiros o controle sobre certas ações dos últimos, mediante o impacto que os primeiros exercem sobre as mentes deles. O referido impacto pode derivar de três fontes: a expectativa de benefícios, o receio de desvantagens, e o respeito ou amor por indivíduos ou instituições. Ele pode ser exercitado por meio de ordens, ameaças, pelaautoridade ou carisma de um homem ou de um órgão, bem como pela combinação de quaisquer desses meios. Tendo em vista essa definição, é necessário ainda fazer quatro distinções: entre poder e influência, entre poder e amor, entre poder utilizável e não utilizável, entre poder legítimo e poder ilegítimo. O secretário de Estado que aconselha o presidente dos Estados Unidos sobre a condução da políticaexterna americana terá um grau de influência, caso o presidente siga o seu conselho. Contudo, ele não exerce poder sobre o presidente, uma vez que não tem à sua disposição qualquer dos meios com os quais possa impor sua vontade à do presidente. Ele pode persuadir, mas não coagir. Por outro lado, o presidente tem poder
sobre o secretário, visto que pode impor sua vontade sobre o último, em virtudeda autoridade de seu cargo, da promessa de vantagens e da ameaça de desvantagens. O poder político deve ser distinguido da força, no sentido de exercício concreto de violência física. A ameaça de violência física, sob a forma de açào da polícia, detenção, pena de morte ou guerra, constitui um elemento intrínseco da política. A disponibilidade de armas nucleares impõe, por outro lado, anecessidade de diferenciar entre poder utilizável e poder não
utilizável. Constitui um dos paradoxos da era nuclear o fato de que, em contraste com a experiência de toda a história pré-nuclear, um aumento de poder militar não conduz hoje necessariamente à ampliação do poder político. A ameaça do uso de violência nuclear com todo vigor implica a ameaça de destruição total. Como tal, ainda pode constituir uminstrumento adequado de política exterior, se dirigido a uma nação incapaz de responder
na mesma moeda. A nação dotada de armas nucleares pode afirmar o seu poder sobre a outra nação, dizendo: "Ou você faz o que eu digo, ou eu a destruirei com armas nucleares." Será hem diferente a situação, caso a nação ameaçada possa responder: "Se você me destruir com armas nucleares, você também seráaniquilada." E, nesse ponto, as ameaças mútuas se cancelarão uma à outra. Somente quando se supõe que as nações interessadas podem agir de modo irracional, destruindo-se mutuamente em uma guerra de escala total, é que a ameaça de guerra nuclear passa a ser plausível. Contudo, embora neste caso a ameaça da força possa ser utilizada como um instrumento Racional de política externa, o seu uso efetivo só...
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