Das obrigações solidárias

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas: 10 (2365 palavras)
  • Download(s): 0
  • Publicado: 20 de outubro de 2011
Ler documento completo
Amostra do texto
FACULDADES INTEGRADAS DE CACOAL – UNESC
COORDENAÇÃO DO CURSO DE DIREITO
CURSO DE DIREITO

FRUCINA PINHEIRO
KARINE NEPOMUCENO
LUAN MORATO
ROMARA THOMAZELLI
TAUANA ESPINOSO
THAINÃ CARDOSO

O DIREITO, A RELIGIÃO E A FAMÍLIA
O PODER POLÍTICO E O DIREITO

CACOAL – RO
2010
FRUCINA PINHEIRO
KARINE NEPOMUCENO
LUAN MORATO
ROMARA THOMAZELLI
TAUANA ESPINOSO
THAINÃ CARDOSO

O DIREITO,A RELIGIÃO E A FAMÍLIA
O PODER POLÍTICO E O DIREITO

Trabalho apresentado a UNESC - Faculdades Integradas de Cacoal, na Disciplina de Sociologia Jurídica, no Curso de Direito tendo intenção aperfeiçoar nossos conhecimentos e aquisição de nota.
Sob a orientação do Professor Luiz Roberto Souza Mendes.

CACOAL – RO
2010

SUMÁRIOINTRODUÇÃO 04

1 O DIREITO A RELIGIÃO E A FAMÍLIA 05

1.1 Importância Social do Fenômeno Religioso 05
1.2 A Religião e o Direito 07
1.3 Significado Social da Família 07
1.4 O Direito e o Fenômeno Doméstico 08

2. O PODER POLÍTICO E O DIREITO 10

2.1 O Poder Político e as Sociedades Humanas 10

3. CONCLUSÃO 11

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 12

INTRODUÇÃO

1. O DIREITO, ARELIGIÃO E A FAMÍLIA

1.1 Importância Social do Fenômeno Religioso

Um dos fenômenos universais da cultura é religião. A finalidade social que ela procura é como bem observou Max Scheler, a salvação individual do homem na dimensão da ultra-tumba, e essa crença na sobrevivência do espírito humano é quase tão velha como a própria humanidade, não sendo raros os achados arqueológicos dapré-histórica que podem comprovar que dela participavam nossos irmãos trogloditas.
As razões sociológicas pelas quais o homem faz religião estão, todavia, incrustadas num passado tão remoto que a sociologia presente sabe não poder passar, nesse terreno além de meras hipóteses e suposições.
O século passado, entretanto, muito mais otimista que o nosso, desenvolveu uma serie de suposições maisou menos fundadas, denominadas como teorias da origem da religião. Sua gama é bastante variada e abarcam uma serie de posições, desde os extremos do suposto ateísmo primitivo, esposado por Lubbock, até a também extremada suposição da religiosidade animal, para a qual se inclinavam tanto Comte como Guyot.
Via de regra, essas concepções teóricas são divididas em cinco grandes hipótesesgenéticas: o naturalismo, o animismo, o totemismo, o facilismo e, a mais antiga delas, o evemerismo.
Na primeira hipótese, situam-se Comte e Marx Muller. Comte, que como vimos inclina-se a estender a religiosidade até os animais, entende a religião como natural necessidade intelectual do homem. Satisfazendo essa necessidade natural de seu espírito, o homem adorou a principio objetos naturaiscomo plantas e animais, passando daí à adoração dos astros. Eis ai as linhas da evolução religiosa na concepção do pai do positivismo.
Max Muller também adere ao naturalismo, por responsabilizar a capacidade humana de intuição do infinito como a origem da atitude religiosa, funcionando sob a forma de uma revelação subjetiva
O animismo tem em Tylor e em Spencer os seus corifeus. Areligião nasce da consideração. Do caráter animado de todos os seres; a origem da adoração religiosa está na crença primitiva de que a alma, dos mortos bons ou maus tema faculdade de se encarnar nas coisas, nos animais ou plantas, conferindo-lhes assim a par de um atributo sagrado, as qualidades de bondade ou maldade.
O totemismo é a tese defendida por Durkhein e Kohler. A origem dos deuses esemideuses estava na crença social de certos grupos (clãs) de descenderem de um antepassado comum, animal ou planta em geral, de que herdavam as qualidades distintivas e o próprio nome.
O falicismo, Freud em seu pansexualismo, adere a uma teoria sexual; tal é a importância da vida sexual nos indivíduos, que a idéia religiosa nos grupos nasceu da adoração órgãos sexuais e do fenômeno...
tracking img