Dancas tradicionais

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Escola Secundária Poeta Joaquim Serra
Disciplina de: Educação Física
Tema: Danças Tradicionais e Internacionais

Trabalho realizado por: Ana Nunes 10ºF Nº4

Índice

Introdução …………………………………………………….…….... 3
Raízes da Dança ……………………………….……………...…… 4
Danças Tradicionais ……………………………….……………... 5
Danças Antigas ...……………………………….………………….. 6
Danças Religiosas ………………….…………………………….... 7Brincadeiras e Jogos Bailados …...............................……. 8
Danças Actuais ……………………………………….…………..… 9
Danças Estrangeiras ………………………………….………….. 10
Danças Menos Conhecidas…………………………………… 11
Conclusão ……………………………….……………………………. 12
Bibliografia ……………………………….……………...…………... 13



Introdução

No meu trabalho eu falo sobre os vários tipos de danças que são praticadas em Portugal e em outrospaíses estrangeiros também.

RAÍZES DA DANÇA
A história da dança de uma nação começa sempre antes de esta se definir como um Estado: para se apresentar uma imagem do que seriam as manifestações bailatórias no período pré-romano, tem de se ir buscar muito para trás os elementos indispensáveis para o entendimento desse passado próximo. Antes do mais, há a considerar que a Lusitânia (embora menos doque Portugal) saiu do heterogéneo panorama cultural Ibérico, no qual se combinaram as estruturas ibéricas originais, as cónias, as lígures, as indo-europeias (principalmente céltica e germânica), as semitas (fenícia, judia, árabe e berbere), as latino-romanas, as germano-bárbaras (godos e suevos), as franco-cristãs e mais modernamente as hispânicas, que em fusão magmática alteraram as terras e asgentes da Lusitânia (e de Portugal). Desta variedade nos dão conta a história arqueológica e, mais tarde, os primeiros fenómenos de história literária, "resumidos" nos cancioneiros que se apresentam como um "produto" da lenta evolução em que se caldearam aqueles elementos.
Na formação dos reinos peninsulares e mais tarde dos modernos países da Península, Portugal e Espanha, o agente aglutinador(e carrasco das danças e de toda a cultura pagã tradicional) foi a igreja católica romana, ainda hesitante no seu jogo de reminiscências judio-hebraicas e greco-romanas, e procurando sempre anular ou sublimar as forças pagãs naturais; mas, e tal como desde bem cedo o revelam as constituições dos sínodos reunidos em Espanha, não foi fácil o triunfo da Igreja sobre as tradições pagãs enraizadas navida dos povos ibéricos convertidos, os lusitanos incluído. Todos os estratagemas e ameaças foram usados para reduzir o aspecto concorrencial dessas tradições pagãs em relação às liturgias cristãs, mas o resultado final foi, de certo modo, uma assimilação moderada das forças mais impulsivas. Por exemplo, no Sul de Espanha, região desde sempre mais personalizada em termos culturais, esta tolerânciadura até aos nossos dias, com a prática reconhecida de um "cerimonial" divergente.
E, numa apreciação geral deste processo de cristianização, vamos verificar que as forças tradicionais, homogeneamente espalhadas pela Europa sob formas religiosas no fundo idênticas, vão ter reacções similares perante o avanço cristão (ortodoxo, católico ou protestante), no sentido de uma integração de ideias emprincípio antagónicas. No caso ibérico, há ainda a considerar que a tolerância dos godos para com os hispano-romanos e depois, a sua conversão ao catolicismo, terá feito diminuir a ofensiva cristã contra os "males" pagãos e os "vícios" bárbaros do arianismo. Aliás, os godos, mesmo após a conversão, conservaram sempre uma posição de supremacia social que lhes permitiu manter usos e costumes pagãos,sob a capa da conversão geral.
A região noroeste da Península manteve sempre uma arreigada independência de costumes em relação aos restantes povos da Ibéria, reagindo com especial denoto às sucessivas levas de conquistadores; à época da invasão árabe, por exemplo, aquela região pareceria indistintamente visigoda, mas sob ela viviam tradições suevas, celtas e sobretudo Lusitanas. Os cronistas...
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